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Sexta-feira, 5 de Maio de 2006
Malditas purpurinas
Ontem, um puto perguntou-me o que eram purpurinas. Achei estranho a pergunta, vinda de um fedelho de 12 anos, ávido consumidor de televisão como todo o fedelho de 12 anos que se preze. A Sónia, da mesma idade, chegou-se à frente para adiantar uma explicação para o objecto em causa, falando em vernizes e brilhantes e porcarias (as porcarias são da minha autoria) para adornar as unhas de miúdas pirosas (as miúdas pirosas também são da minha autoria). Eu não tenho TV mas ainda outro dia calhou ver um pedaço de um anúncio num ecrã alheio. Fiquei na mesma, mas deu para ver que as gaiatas que interpretavam os papéis tinham um ar de bestas. Não daquelas bestas como normalmente encontramos a sair de um bar mal cheiroso, daquelas bestas a cheirar a cavalo cansado, muito ordinários em todos os aspectos e que não se perderia nada se fossem levados pelo veterinário municipal para abate. Não, aqui estamos a falar de bestas requintadas. Daquelas que se lavam, cheiram bem, têm bom aspecto, mas que não passam disso. São as chamadas BPs… ou Bestas das Purpurinas. As BPs são insolentes, porcas de espírito, vazias de valores e esgotam a paciência ao pobre mundo. Bem, mas desviei-me do assunto. Eu queria mesmo falar era das purpurinas. Alguém é capaz de me explicar o que raio são purpurinas? E porque raio se chamam assim? Serão de cor púrpura? Ou purpurina tem a haver com desinfecções e álcool etílico? Peço desculpa por tresandar a ódio a esta onda das purpurinas, mas é mais forte que eu. Apesar de não ter TV, oiço rádio com frequência, não escapando, assim, à porcaria do anúncio das malditas purpurinas. É de ouvido cheio que ando, de tanto ouvir aquelas pitas mal desmamadas, com pronúncia de quem anda a mascar gomas do tamanho de um presunto e a saber a corante sintético, conspurcando o ar à sua volta com gafanhotos cuspidos em partículas minúsculas filtradas pelos aparelhos metálicos que usam nos dentes. É irritante! Muito irritante! Será esta a geração das purpurinas? A tal que levará o mundo à derrocada final? O triunfo das bestas das purpurinas no mundo civilizado, a queda do império do normal, o fim do princípio do caos. Lá estou eu a bater no ceguinho. Devo ter alguma coisa contra alguém, para estar aqui assanhado com um sector da sociedade que cospe gafanhotos por entre os aparelhos. Só pode. E eu que só queria dizer mal das purpurinas, depois de saber o que são… O estranho, é que tenho falado com uma série de gente, de todas as idades, e ninguém parece saber o que são purpurinas. Cá para mim, esta é mais uma estratégia de génio de algum grupo empresarial X, do qual faz parte uma nova empresa B que fabrica purpurinas. A empresa A, que também faz parte do grupo X, lança no mercado uma publicidade sobre os seus produtos, mencionando um outro produto que não tem nada a haver com a sua linha de produção, mas que, dada a sua raridade e insistência, suscita a curiosidade de 10 milhões de cromos. Ora, quando a curiosidade já é tanta que não cabe entre tanta calça justa, eis que surge no mercado uma empresa B, fabricante do tal novo produto, também do mesmo grupo X mas que ninguém precisa de saber, que terá à sua mercê 10 milhões de consumidores, completas bestas, ansiosos por levar para casa um frasquinho da novidade. Ou seja, daqui a nada, haverá 10 milhões de frascos de purpurinas vendidos, entrando em praticamente todos os lares desde país. Duvidam? Esperem só para ver... pickwick
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publicado por riverfl0w às 13:49
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Quinta-feira, 6 de Maio de 2004
Links no Mijatório

 

Aprendi hoje num dos urinóis da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que "A maior parte das pessoas decora os links publicitados na casa de banho". Espero que o Arautos do Estendal não passe despercebido no meio dos vinte engraçadinhos que resolveram dar o seu contributo. riverfl0w
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publicado por riverfl0w às 22:21
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