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Quinta-feira, 27 de Maio de 2004
O Porto de Mourinho

A constelação portista voltou a brilhar no estrelato europeu. Depois do calcanhar de Madjer, três artistas voltaram a firmar o nome do clube nortenho como Campeão Europeu: Carlos Alberto, Deco e Alenitchev. A verdade é que, como todos sabemos, não são as individualidades que fazem este Porto ganhar. É o conjunto, liderado pela mão de Mourinho, que faz a diferença. Poder de circulação de bola, uma coesão táctiva invejável e o espírito aguerrido que os caracteriza são as armas que os fazem triunfar.

Poucos conhecem, no entanto, a história de futebol de Mourinho. Começou como apanha bolas no Vitória de Setúbal e Belenenses, clubes cujo treinador era o seu pai, Félix Mourinho. Mais velho, ingressou num Curso de Gestão, (onde esteve matriculado um dia) e mais tarde em Educação Física. Concluído o curso, foi convidado, por Sousa Cintra, a ser o intérprete de Bobby Robson durante a estadia do inglês em Alvalade. E Robson gostou do rapaz. Seguiram os dois para Barcelona, sendo o papel de Mourinho um pouco mais preponderante: uma mistura de intérprete com treinador adjunto. Foi nestes anos que Mourinho consolidou os seus conhecimentos de futebol. Continuou com Van Gaal no Barcelona depois da saída de Bobby Robson para o PSV, e aí chamou à atenção do Benfica. Depois, a progressão como treinador: Benfica, União de Leiria e FC Porto. E agora, estão tratados os pormenores que o levam até ao Chelsea na próxima época. É de facto uma ascensão que revela toda a ambição do treinador português, mas que nem sempre justifica a arrogância que demonstra.

Resta agora saber qual será o papel do Porto na Europa, sem o estilo revolucionário de Mourinho e com uma pressão asfixiante, inerente a dois anos seguidos de conquistas europeias. Para Mourinho, boa sorte no futebol inglês. Para o Futebol Clube do Porto, votos de que continuem a elevar o nome português nas mais altas instâncias europeias.
De um (sportinguista) português orgulhoso,
riverfl0w

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publicado por riverfl0w às 13:23
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