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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008
O vestidinho da Fafá

Ultimamente, tem estado um calorzinho. Daqueles que só dá vontade de andar todo nu pela casa, a arejar. Dá vontade, mas a cautela vem primeiro. Não vá o pirilau ficar trilhado na porta da máquina de lavar roupa, o melhor mesmo é andar com a bela da cueca protectora.

 
Com o calor, o ser humano tem alguma tendência natural para se despojar de excessos de roupa, pelo que, nesta época, os olhos têm muito com que se regalar. Infelizmente, o meu estúpido dever para com o patronato vai novamente privar-me das férias de verão a que tenho direito, condicionando-me o acesso a contextos sócio-recreativos em que a concentração de mulheres a morrerem de calor é elevadíssima.
 
A loira dentuça costuma aparecer todos os dias, sistematicamente sem soutien e com um vestido de alças decotadíssimo que deixa perceber as maminhas invariavelmente descaídas até ao umbigo. Isto é um ritual diário: a loira aparece, eu controlo-lhe o vestuário, constato as alças, o decote e o formato decadente das maminhas, arrepio-me com os dentes em forma de retroescavadora, e suspiro de infelicidade pela paisagem pouco apelativa.
 
No entanto, ao início da tarde de hoje fui surpreendido de forma agradável. A Fafá (nome de código), que se tinha oferecido de véspera para me ajudar a redigir um projecto, apareceu de rompante no gabinete do patronato. Quer-se dizer, ela entrou de mansinho, como sempre, mas como me deixou em choque, faz de conta que foi de rompante, ok?
 
A Fafá, é uma senhora da minha idade, mais coisa, menos tigela, cujo rosto invalidaria qualquer desejo relacional que me acometesse nesta vida ou noutra reencarnação. É feia, pronto. Mas simpática, vá. É magra e, por conseguinte, elegante, coisa que se torna rara acima dos trinta e cinco anos. Fica-lhe bem a elegância, mas o défice de maminhas não abona em favor de qualquer apreciação, ainda que em desespero de causa. E o cabelo curto também não ajuda nada, convenhamos.
 
Não sendo mulher que provoque atracção alheia, e tendo consciência disso, a Fafá costuma trajar de forma simples, muito simples, na maior parte das vezes com umas simples calças de ganga dentro das quais as nádegas parecem nunca encher o espaço livre. Apesar desta apreciação pouco positiva que aqui deixo, estou a falar de uma mulher casada e mãe de duas filhas! Não é um monstro, portanto.
 
Retomando a entrada de rompante no gabinete do patronato, falta descrever a novidade: é que a Fafá apareceu com um vestido que mais parecia roubado à sua filha de catorze anos, a avaliar pelo comprimento diminuto da saia e pelo padrão axadrezado do tecido. Até fiquei sem jeito. Pensei logo para comigo: mau, mau, Maria, está aqui um gajo a tentar trabalhar sossegado e vens para aqui tu nesses preparos, a distrair a malta!
 
Arranjei-lhe uma mesa vazia mesmo ao lado da minha secretária, arranjei-lhe um computador, e pu-la a render. A isto, chama-se estimular a qualidade de vida em contexto de trabalho! Um gajo está a trabalhar e entre cada oito minutos faz uma pausa para deitar o olho ao lado. É que, para quem não sabe, os vestidinhos daquele género transformam-se facilmente em meio palmo de saia abaixo da nádega, quando a mulher se senta. É o conhecido arregaçar natural da saia. Uma coisa linda de se ver, portanto.
 
A Fafá regressa amanhã, para continuar o trabalho. Se gostou de estar ali no gabinete a exibir o pernão, amanhã trará outra indumentária-surpresa, algo igualmente arejado e provocador. Veremos. pickwick
publicado por pickwick às 00:05
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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008
Estatística e Darwinismo

Outro dia, saí com uma amiga. Eu gosto de sair com amigas, como é óbvio, porque é uma forma simples de me obrigar a tomar banho, fazer a barba, lavar os dentes, vestir roupa lavada e passá-la a ferro porque ainda estava toda amarrotada após a seca. Quando a amiga é uma grande amiga, um gajo tende a desleixar-se ligeiramente, até porque já não adianta tentar disfarçar.

 
Mas, melhor que sair com uma amiga, ou com uma grande amiga, é sair com uma grande amiga com um grande decote! E foi o que me aconteceu hoje! Tem os seus riscos, claro, que um gajo é capaz de ter fama de pessoa decente e depois ser apanhado em flagrante com os olhos completamente enfiados no decote dela e o beiço de baixo descaído. Em especial, quando o decote é daqueles a esbanjar generosidade, em que o vestido é mais parco que o próprio soutien.
 
É um daqueles decotes em que um homem tem vontade de perder o tino, enfiar o nariz entre as duas maminhas e inspirar o perfume peitoral (e escrever frases disparatadas como esta, também). Ou enfiar o nariz entre as duas maminhas e adormecer, embalado pela ondulação peitoral (não melhora muito, pois não?).
 
Antes de sairmos, eu ainda lhe perguntei se não ia meter um alfinete para fechar um pouco o decote, mas o programa para hoje era mesmo uma jornada de generosidade. Eu que o diga, que passei o tempo a esticar a vista lá para dentro, completamente hipnotizado. Enfim. Sou um fraco, já sei.
 
O povo, obviamente, não ficou indiferente ao decote. Afinal, o povo é feito de seres humanos, com olhos, pescoço rotativo e radar incorporado. Curiosamente, a grande maior parte das pessoas que meteram descaradamente os olhos no decote da minha amiga, eram mulheres! É um curioso dado da estatística humana.
 
Para que raio é que uma mulher espreita o decote de outra mulher? Para comparar? Para se roer de inveja num ataque de masoquismo? Ah e tal, a da direita é quase do tamanho da minha esquerda. Carago, aquilo são balões ou são mesmo verdadeiras? Que vaca, se tivesse metade do que ela tem, também andava assim com elas a apanhar sol. Coitadinha, pára na estação de serviço para meter ar nisso, ó tábua! Enfim.
 
Os homens, esses, têm um motivo fácil para espreitarem o decote de uma mulher: a vontade imparável e infinita de enfiarem o nariz lá dentro. Afinal de contas, duas das principais diferenças entre a fisionomia do ser humano e do macaco têm que ter uma razão de existir: a mulher tem mamas proeminentes e o homem idem para o nariz, para que se encaixem na perfeição; a macaca não tem mamas (mamocas, vá) e o macaco tem nariz achatado, porque neles todo o prazer se resume ao encaixe das bacias. Coisas de Darwin, portanto. pickwick
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publicado por pickwick às 00:04
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007
Sejam felizes 3
Post: Concorrência desleal
Comentador: Alff
Mensagem: é como a concorrência desleal que existe quando passamos por uma barraquinha de limonada, e no final da rua, temos um limoeiro e uma fonte! Enfim... O meu maior sonho é aparecer num "sejam felizes 3".
Resposta: Caro Alff, permita-me que discorde dessa comparação com o limoeiro e a fonte. Um limoeiro, uma fonte e um fundo de rua, são como o Trio Odemira no auge do sucesso discográfico. Deite-se relaxadamente à sombra do limoeiro, descontraia-se com o som da água a pingar da fonte, beberique algumas golfadas da pureza cristalina do líquido, e não pense em mais nada. Nem em concorrentes. Nem em saias curtas. Nem em caldo verde. É do melhor. Em três tempos atingirá a felicidade plena. E, por falar em felicidade, aproveito para o felicitar pela sua aparição na saga “Sejam Felizes”, episódio três. Acabou de ver concretizado o seu maior sonho, pelo que, assim sendo, esperamos ansiosamente pelo seu convite para estarmos presentes nas festividades gastronómicas em honra deste acontecimento. Para mim, nada de ensopado de borrego nem bacalhau com natas, sim? Obrigado, desde já.
 
Post: Concorrência desleal
Comentador: faltadecu
Mensagem: ai, (censurado)! que repugnância!!! começaste tão bem e acabaste tão mal... chiça, que até fiquei com urticária, ... ah, e tal... até vou ter pesadelos..
Resposta: Querida faltadecu, venho, por este meio, solicitar o seu perdão pela falha indesculpável que levou ao seu problema de urticária e pesadelos. Não era, obviamente, o meu objectivo. O meu objectivo é, agora e sempre, a felicidade dos leitores e, principalmente, das leitoras, independentemente do tamanho global das nádegas. Posso fazer algo para remediar? Umas massagens com óleo de fígado de golfinho? Uma música popular para embalar o sono e evitar os pesadelos? Um banho de imersão? Quatrocentos mil euros? Vá, deixe lá isso passar, seja feliz, e, quando voltar ao normal, logo combinamos uma jantar em Paris, está bem? Aí, aproveito para verificar ao vivo essa coisa da sua falta de cu que tanto me tem apoquentado.
 
Post: nenhum
Comentador: Pickwick
Mensagem: (secreta, via subconsciente)
Resposta: Caro Pickwick, aproveito este espaço para te endereçar algumas palavrinhas, a propósito da felicidade. Já percebi que andas feliz. O calor começa a chegar, finalmente, fazendo com que as tuas colegas não se consigam conter e apareçam com decotes arrojados e roupa curtíssima. Eu sei que ficas muito feliz porque é bonito de se ver. Eu sei que ficas muito feliz por veres-te rodeado de mulheres cheias de calor e com pouco decoro. Eu sei que ficas muito feliz por, finalmente, poderes avaliar em pleno as dimensões dos apetrechos torácicos das tuas colegas. Eu sei que ficas muito feliz quando, como aconteceu ontem, uma das tuas colegas resolve aparecer com umas calças brancas estrondosamente transparentes que deixam bem à vista desarmada umas cuequinhas fio-dental escuras. Eu sei que ficas muito feliz com estas coisas. Mas, gostava de te alertar para outra situação. Não achas que andas a abusar um bocadinho da tua fã número um? Cada vez que estás com ela, achas mesmo que tens necessidade de meter o dedo indicador dentro do decote dela, puxá-lo para ti e espreitar avidamente lá para dentro? Não tens modos? Está bem que o recheio continua muito apetitoso e o volume é perfeito, mas podias dar uma folga a essa tua missão de verificar todos os dias se continua tudo como dantes, não achas? Qualquer dia, assim um destes dias, mais dia, menos dias, ela responde-te à letra e arranca-te um punhado de pêlos do peito, à bruta. Aí, não te queixes. Sê feliz, sim, mas não te engasgues com a própria felicidade. Abraço. pickwick 
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publicado por pickwick às 20:13
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Domingo, 14 de Janeiro de 2007
One night in Aveiro

Ora bem, situemo-nos. Sábado de manhã, Alfa Pendular rumo a Lisboa. Duas cadeiras atrás e do lado oposto, uma moçoila de vinte e poucos anos, cabelo preto escuro, sentada de esguelha, dossier no regaço, casado aberto por cima de um top preto muito descaído à frente. Linda. Sexy! Suspiro. Já em Lisboa, a chegar à estação de Santa Apolónia, coloco-me estrategicamente dois palmos atrás dela, mesmo à porta da carruagem. Olho de soslaio. Quilos de rímel pesam-lhe nas pestanas com vinte centímetros de comprimento. Vá, vinte centímetros também não, mas aí uns dois, valia. Mais uma mulher completamente estragada pela maquilhagem. Enfim. Na gare, e para descomprimir, reparo nas mulheres que desceram do mesmo comboio. Uma delas, dois metros à frente, leva uns sapatos com uns saltos altos, daqueles assim altos. Algo vai mal com um deles, que a cada pisadela tomba todo de lado, obrigando a dona a gingar-se num movimento pouco elegante. Mas estas gajas não têm vergonha de saírem para a rua assim com sapatos destes, correndo o risco de fazerem figuras tristes destas? Francamente. Bom, passou o dia, voltei a apanhar outro Alfa Pendular, já sem gajas com decotes, e desembarquei em Coimbra, já noite. Meti-me no bólide e, como combinado de véspera, abalei até Aveiro para jantar. Espetada mista, para quem interessar saber. Nando, para a próxima, é tinto ou cerveja, está bem? Aquela porcaria cor-de-rosa sabia a detergente para o bidé, não tinha gás e estava à temperatura ambiente. Depois, e por uma questão de tradição, uma tripa com ovos moles para sobremesa. Entretanto, Aveiro vivia a folia desgarrada da Festa de São Gonçalinho. A quem não sabe, passo a descrever, em traços gerais, esta festividade. Estão a ver a capela de São Gonçalinho? Pronto, as gajas sobem lá acima com umas sacas enormes cheias de cavacas doces. As cavacas são uns doces foleiros, pintados de branco, que parecem pensos higiénicos fossilizados. Bom, lá de cima, bem de cima, que a capela é alta, onde uma varanda circunda por completo a cúpula da capela, as gajas atiram as cavacas cá para baixo. Muitas cavacas. São atiradas com suavidade e carinho, mas, por alguma razão que desconheço, de vez em quando há uma gaja que se passa e dispara umas cavacas em velocidade rapidíssima. Deve ser dos desgostos amorosos. Cá em baixo, o largo em volta da capela enche-se de gente. Uma dúzia de gajos, de todas as idades, uns com dentes e outros sem eles, erguem para os céus varas enormes, em cujas pontas amarraram sacos, tipo cesto de basquetebol. Objectivo? Pois claro, conseguir apanhar as cavacas com os sacos. Também há uns heróis que se aventuram com as mãos livres, mas só quem não levou com uma vinda lá de cima é que não sabe o quanto dói no osso. No meio disto tudo, há sempre uns caramelos a fazerem batota: em vez de sacos, ou cestos, usam um guarda-chuva todo aberto, tipo antena parabólica. Que falta de desportivismo, francamente. Na rua da capela, dezenas de bancas ocupam um lado e o outro da rua, sendo que vendem, basicamente, cavacas. Sim, um mar de cavacas a vender, chuva de cavacas pelos céus, é uma autêntica paranóia! Como se não bastasse, havia palco montado e artista convidado. Ah pois é! José Cid! Ah pois é! Era tanta gente na praça que só consegui espreitar de fugira o ecrã gigante que replicava o palco. Mas ouvia-se bem. José Cid, pois então. Percebi, após breves minutos, que o José Cid é um verdadeiro artista português. Um artista sério! E estou a falar a sério! Os cantores que andam para aí, com resmas de fãs atrás, pá, francamente, são umas fraudes. Nota-se pelas letras das canções: inventam as coisas mais disparatadas, para rimarem umas coisas com as outras, frases sem sentido, palavras inventadas na hora, parecem estórias escritas por criancinhas de sete anos. Parecem aqueles filmes franceses, armados em intelectuais e que não têm ponta por onde se pegue. É um desastre! O José Cid é que é! E está aí para as curvas. Não o vi, mas pronto, deve estar. Peruca, dentadura postiça e a abanar a cabeça como o Stevie Wonder. Mas será que só eu é que reparo nas letras pirosas que povoam as “obras” do Sardas, do Reininho mal-criado, do JPP, do Ruizinho monocórdico, do ceguinho dos abrunhos e por aí fora? É pá! Não têm jeito nenhum! Bom, provavelmente por via da idade, o espectáculo do Cid acabou pouco antes da meia-noite, pelo que, dada a debandada geral, fui-me plantar no ponto central das pontes, muito estrategicamente, a ver o mar de gente e de gajas que regressava aos seus carros, às suas casas. Muitas gajas! Novinhas, como se não tivessem pais sérios que as impedissem de andar na vadiagem com as amigas àquelas horas, ainda por cima vestidas para seduzir motoqueiros da Zundapp. Só me admirei como foi possível tanta e tanta gente trocar as fantásticas telenovelas-noite-dentro por um espectáculo do José Cid. Será que o povo começa, afinal, a perceber o que é cultura? Ou não. Quando as gajas se esgotaram, fomos ao cinema (crítica cinéfila para breve), fomos beber umas bejecas, assar uma chouriça, e ver um filme em DVD chamado “Leon, o profissional”, em que um assassino profissional com oculinhos à Barão Vermelho desmama uma fedelha a quem ainda não tinham crescido os peitos, ensinando-lhe a delicada arte de “limpar”, ou seja, abater pessoas por encomenda. Bonito! Acabou às cinco da madrugada. O sinal claro da decadência: fico com o estômago cheio até ao pêndulo das goelas, antes de conseguir sequer ficar simpaticamente alegre. Um gajo já nem consegue ir para o cinema a cambalear. Já não tem graça enfrentar, completamente sóbrio, a menina que vende os bilhetes para o cinema. Decadência! pickwick

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publicado por pickwick às 16:38
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