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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008
A fraude das maminhas inflacionadas

Bom, chegou algum calor aqui às fraldas da serra. Por causa disso, embora não tanto, mas também um pouco, fui até um daqueles parques todos amaricados, com piscina, sombras, mesas para piqueniques, actividades radicais, e por aí fora. Uma coisa toda janota! Juntei-me a cerca de quarenta pessoas conhecidas, com quem convivo diariamente na minha instituição. Só apareci já no final da hora do almoço, assim tipo canídeo esganado de fome e capaz de devorar meia vaca no espeto. Isto tudo são pormenores insignificantes. Depois da orgia gastronómica e de duas horas a fotografar gente a tremer por todos os lados, pendurados por cabos a meia dúzia de metros do chão, desandou tudo para a piscina. Daquelas com azulejos azuis. Uma coisa bonita de se ver. Parecia mesmo uma daquelas piscinas que se vêem na televisão. Adiante. Na piscina, para além da vontade infinita de me atirar para dentro de água – desejo contido pelo altíssimo valor da missão de fotógrafo de reportagem -, aproveitei para esclarecer uns quantos assuntos, nomeadamente quando ao conteúdo dos biquinis. Agora, que estou em casa, sozinho, sossegado, com uma pizza e seis minis fresquinhas no estômago, noite dentro, faço contas de cabeça. O que detectei, hoje, naquela piscina, foi uma múltipla fraude associada às maminhas das fêmeas que se sacudiam dentro de água. E uma fraude, porquê? Ora, porque, ao fim destes anos de convivência, chego agora à conclusão que os peitos generosos que exibiam quase diariamente – para gáudio de um punhado de bons apreciadores de chicha esférica – não são, afinal, tão generosos quanto faziam crer. Na maior parte dos casos, não dão para mais que uma concha de sopa! E eu que pensava que enchiam uma panela inteira! Como fui enganado… Deve ser tudo por causa daquelas modernices dos apoios para as maminhas, esses aparelhos sofisticados que transformam visualmente dois caroços de azeitona nas duas poderosas mamas da saudosa Dolly Parton (a tal que atirava as ditas para trás das costas para poder cantar). No dia-a-dia, fazem um brilharete, mas, depois, na piscina, quando os aparelhos são trocados por uns singelos pedaços de pano, a realidade vem ao de cima e verificamos que são tudo miudezas. Desgostoso? Eu? Claro que sim! Pensei que ia arregalar o olho e, afinal, quase que tive que andar com uma teleobjectiva de 500mm para poder ver algum efeito 3D. Como se isso não bastasse, assim que o povo debandou das águas azuis, tirei a camisola e saltei em mergulho de cabeça lá para dentro, com ar que quem agora é rei e senhor de quinze metros de piscina. Todo feliz, saí fora e voltei a saltar pelos ares, com a graciosidade de um cisne e o efeito contundente de um elefante. Apareceu o controlador aéreo, ah e tal, as regras da piscina não sei quê, não se pode mergulhar. Ok, pá, pronto. Sem maminhas e sem mergulhos, a piscina não é mais do que um charco azul-pantanoso, nada apetecível. Pelo que me vim embora, duplamente desolado. Este é capaz de não ser um verão fácil… pickwick

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publicado por pickwick às 22:45
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