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Arautos do Estendal

Ela, do alto das suas esbeltas e intrigantes pernas, veio caminhando quintal abaixo até ao estendal, dependurando a toalha onde, minutos antes, tinha limpo as últimas gotas de água. O Arauto viu, porque o Arauto estava lá. E tocou a trombeta.

Ela, do alto das suas esbeltas e intrigantes pernas, veio caminhando quintal abaixo até ao estendal, dependurando a toalha onde, minutos antes, tinha limpo as últimas gotas de água. O Arauto viu, porque o Arauto estava lá. E tocou a trombeta.

Arautos do Estendal

07
Abr08

Sinalética infantil

pickwick
Preparativos para um renhido desafio de futebol. Sol radiante, no domingo escaldante, resmas de gajas na rua em trajes pobres de tecido, Primavera no ar, ah e tal. Relvado no quintal da casa do Zé, a poucos quilómetros do mar. Faço equipa com o terrível António. Do lado oposto, o Zé e o Rodrigo.
 
Comentário, muito baixinho, do Rodrigo para o colega de equipa: eles são gordos, assim vamos ganhar o jogo.
 
É um sinal, de facto, de que preciso tomar medidas drásticas relativamente a questões volumétricas. É um assunto recorrente, mas, a cada ano que passa, o drama aumenta de intensidade.
 
Eu até comecei bem, na semana que findou: todos os dias, as refeições foram constituídas à base de legumes e fruta. Estava a correr bem, até ir passar o fim-de-semana longe de casa… no meio de devoradores de chicha e esponjas insaciáveis, a poucos metros do Santuário de Fátima.
 
Falta acrescentar que o Rodrigo tem cinco anos e é filho do Zé. Enfim… pickwick