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Sexta-feira, 25 de Agosto de 2006
Calúnias, férias e outras demandas
Sim, estive em São Jacinto, rodeado de centenas de homens peludos e entrados na idade. É verdade. Recomendo a qualquer um. A repetir, certamente. Como todos devem saber, São Jacinto - ou, mais originalmente, San Jacinto - é um pacato município da Província de Masbate, numa das milhares de ilhas que formam esse fantástico país chamado Filipinas. Fui até lá por ocasião de mais um encontro dos antigos combatentes da Guerra do Ultramar, que se realiza todos os anos numa ilha diferente. Sabem como eles são, com aqueles traumas todos dos tiros e das bombas e ah e tal, então para não serem atacados de surpresa, mudam o local de encontro todos os anos. Espertinhos, hem? Bom, eu gosto muito destes encontros de homens peludos. Costumo ir disfarçado de homem peludo, também, com um belo chapéu de palha com um buraco na copa, atingido por um balázio traiçoeiro. Para dar mais credibilidade, vou a mancar de uma perna, por causa de uma mina cujos estilhaços ainda andam dentro da perna, supostamente. Obviamente, e tal como as mentes mais lubrificadas já devem ter atingido, eu não vou a estes encontros por causa de homens peludos, ou pelo prazer de brincar ao Carnaval. Nada disso! Eu vou, porque é hábito organizarem uns poderosos torneios de Miss T-Shirt-Ensopada, de Miss Sabonete-Escondido, de Miss-Vale-Encantado-do-Chantili, Miss Passareca-Fumadora e outros torneios com nomes sugestivos e grandes salvas de palmas. Nos primeiros anos, os antigos combatentes recorriam frequentemente a miúdas nativas, bronzeadas e roliças, com minúsculas saias de barbas de milho, a quem pagavam uns alguidares de guloseimas. Mas, com o passar do tempo, começaram a tornar-se mais refinados, trazendo as próprias filhas para estes torneios. Algumas trazem nódoas negras no corpo, disfarçadas com pó de arroz, provavelmente derivadas da natureza selvagem dos progenitores, mas, num bar sombrio debaixo de uns coqueiros, qualquer nódoa negra passa facilmente por uma mancha de tequila com groselha. Na boa! No final dos torneios, os progenitores das concorrentes tombam no pó que nem veados baleados e, então, é a hora 3M. As mocinhas, extenuadas de tanto trocarem de roupa, saltarem, abanarem as nádegas, ficam de tal modo que dão tudo por umas belas massagens (M de massagens), muitos Mimos (M de mimos) e uma tosta integral barrada com marmelada (M de marmelada). Quem sou eu para lhes negar isso? Quanto ao meu parceiro de estendal, não percebo o que é que ele foi fazer para tão perto de mim. A ilha de Taizé, que fica ali a meio caminho entre as Filipinas e a China comunista, não tem cervejas para homens, nem precisa que os mictórios sejam lavados à mangueirada. É, por si só, um país esquisito, com osgas do tamanho de crocodilos e outras mariquices típicas de chinocas mal dispostos e amarelados. Não te compreendo! As mulheres de lá voam com o vento e não sabem grelhar febras nem abrir uma garrafa de tinto. Podias ter ido para o Alentejo, carago! pickwick
publicado por riverfl0w às 23:25
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