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Sábado, 24 de Março de 2007
Pele ao léu

Às vezes farto-me de ver tanta pele feminina ao léu. À mostra. É como aquele dito popular, de que “tudo o que é demais enjoa”. Pois, tenho a dizer que começa a enjoar. Ligeiramente! Mesmo com algum frio, ou com pouco calor, como se queira, as gajas andam com uma mania desabrida para terem sempre a cintura ao léu. O umbigo, as bochechas-laterais-bóias-de-salvação, o fundo das costas, ah e tal. Quando a elegância é inegável, é bonito de se ver, e eu sou um grande apreciador. Mas a coisa toma facilmente contornos pouco agradáveis, quando todas as gajas se lembram de andar nestes preparos, nem que tenham bóias que chegassem para alimentar um esquimó durante três semanas. Fica mal, pronto! Fazem de propósito? Claro que fazem! São umas… umas… enfim… umas endiabradas! Para não entrar por outro caminho. Ao menor gesto que implique levantar os braços acima da linha dos ombros, fica logo ali tudo a ver-se, a pele sedosa, às vezes o elástico da cuequinha de cores garridas, ah e tal. Já há uns tempos tinha reparado que a Gorety (nome de código) fazia parte do grupo que adora exibir a pele. É uma trintona discreta, pouco dada a gorduras para além daquelas que chegam com a idade, mas que nunca mete as camisas e blusas por dentro das calças. É sempre com a fralda de fora, e sempre de fralda curta. Mesmo quando o tempo não está para calores. A Gorety é como a Maria: é elegante, formosa, sexy, apetitosa, mas tem uma fronha que mete medo a qualquer um numa ruela escura. Hoje, calhou estar mais de uma hora na mesma sala com a Gorety, facto que não me causa qualquer transtorno por si só. Contudo, passadas algumas dezenas de minutos, calhou passar atrás da Gorety, que estava sentadinha numa cadeirinha e ligeiramente inclinada para a frente, nos seus afazeres. Espero não ser mal interpretado, mas o meu olhar foi atraído inocentemente para uma área corporal extensa completamente a céu aberto, ali por jeitos de quem não quer a coisa mas acabam-se as costas e ah e tal. Área extensa e geometricamente pouco convencional. Olhei melhor e… não vale a pena disfarçar, era mesmo o rego do cu! Também não vale a pena estar com paninhos quentes, que ah e tal era o entre-nádegas, o ribeiro do rabiosque, o refego dos quartos traseiros, o vale dos glúteos, o desfiladeiro nadegueiro, blá, blá, blá, ah e tal, porque não! Era mesmo o verdadeiro, o único, o inconfundível, o senhor rego do cu. A minha primeira tendência foi para exclamar um “Uiiiiiii” melodioso e começar a bater com o pé no chão e a uivar desalmadamente, mas o decoro falou mais alto e engoli qualquer trejeito brejeiro que me viesse a subir pelas goelas acima. Passei adiante, a fazer de conta que estava chocado com aquela ordinarice fruto de uma moda decadente. A moda das calças de cintura descaidíssima, cuequinhas enfezadas e escondidas, camisas e blusas curtinhas, ah e tal. Gostava de saber o que é que as gajas ganham com isto tudo? Aliás, o que é que ganharam com a revolução da mini-saia? Ar condicionado para as partes baixas? Um caminho mais curto entre o nariz dos homens e algum aroma íntimo? E hoje em dia? Querem freneticamente arejar o rego do cu para quê? Problemas de flatulência por causa daquelas porcarias das fibras e dos corpos danones e dos iogurtes magros? E a barriga sempre à mostra e ao léu é para quê? É algum sistema de arrefecimento da zona intestinal para amortecer gases? Ou acham que a exposição continuada ao frio provoca uma utilização mais intensiva das células, ao ponto de derreter gorduras, celulite e outras porcarias que se agarram à chicha como as lapas aos rochedos? Francamente!... pickwick

publicado por pickwick às 00:06
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