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Arautos do Estendal

Ela, do alto das suas esbeltas e intrigantes pernas, veio caminhando quintal abaixo até ao estendal, dependurando a toalha onde, minutos antes, tinha limpo as últimas gotas de água. O Arauto viu, porque o Arauto estava lá. E tocou a trombeta.

Ela, do alto das suas esbeltas e intrigantes pernas, veio caminhando quintal abaixo até ao estendal, dependurando a toalha onde, minutos antes, tinha limpo as últimas gotas de água. O Arauto viu, porque o Arauto estava lá. E tocou a trombeta.

Arautos do Estendal

30
Jan07

Beta, é coisa de betos

pickwick
Ah, pois é! Só pode! E, quando falo em Beta, não falo de uma gaja chamada Elisabete, ou de uma gaja betinha com purpurinas (lá estou eu outra vez) a escorrerem pelas bochechas. Falo, isso sim, da nova versão do webmail do Sapo. Auto-intitula-se “Mail Beta”, mas mais valia ter nascido coxo e sem sobrancelhas. Sempre era melhor do que ser o que é. Como se depreende, estou muito chateado com esta nova versão. Irritado, para ser mais concreto. Desconfio sempre de novas versões, betas ou pimbas, azuis ou ruivas, do que quer que seja. Por norma, provêm de mentes sequiosas de mudar o que funciona bem, só para impressionar umas gajas e comer à fartura no fim-de-semana. Assim tipo método animal para garanhões com cérebro de alface. Se não for por isto, por que raio é que alguém foi inventar uma porcaria disforme de gestão de correio electrónico, que, em 2007, não tem uma opção para apagar mensagens ao molho? Era o mínimo! Um gajo recebe cinco mensagens de lixo e tem de as abrir, uma a uma, para as apagar, uma a uma. Na minha terra, isto tem um nome. Tem, tem… E, já agora, que alminha mais limitada de inteligência se lembraria de inventar uma aberração de gestão de correio electrónico, em pleno século vinte e um, que não permite seleccionar uma frase de uma mensagem, para a poder colocar algures noutro lado qualquer? Podia ficar aqui até ao verão a botar defeitos nesta versão beta, mas, francamente, não é necessário. Está tudo dito. E não se compreende. Havia uns livros, há uns anos atrás, muito interessantes, que talvez sejam os indicados para explicar este fenómeno: “O receituário de Peter”, “A Lei de Peter”, e outros que tais. Até poderia sugerir às mentes iluminadas que se lembraram destas palermices tecnológicas, uma leitura atenta destes livros, mas, parece-me, o mais provável era não perceberem a mensagem destes livros. A Mensagem! Enfim. Ficamos assim. Sujeitos a estes devaneios. Ora gaita! pickwick

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