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Domingo, 3 de Setembro de 2006
Cuequinha zigue-zague
Outro dia fui aos Correios aqui da minha povoação. Às vezes encontram-se lá umas coisas engraçadas. Desta feita, entrou à minha frente uma senhora (eu só a via por detrás) muito bem apresentada, cabelo aloirado e comprido, muito bronzeada, elegante, camisa tipo jardim com flores e calças brancas. Ora, eu devo ter uma tendência crónica para dissertar sobre as mulheres que se me atravessam à frente com calças brancas. Não sei do que é, mas parece ser mais forte do que eu. Esta senhora, portanto, entrou à minha frente. As calças brancas, caso alguém ande distraído, são de uma transparência escandalosa e mal disfarçada, pelo que, de propósito ou involuntariamente, as cuecas têm ali um papel muito visível, na composição global da figura. Costumo achar graça às cuequinhas tipo fio-dental, ou fita-dental, ou simplesmente fita. Ainda gostava de saber porque é que inventaram umas que, junto ao elástico, até parecem normais, mas depois estreitam abruptamente e transformam-se numa coisa pouco mais larga que um fio de bikini. Não podiam usar logo um fio-dental? Ou é para não parecerem muito ordinárias quando usam calças de cintura baixinha? Não sei. É um mistério! Bom, esta senhora entrou e dirigiu-se à zona das caixas dos apartados. Inclinou-se para a frente, com aquela pose de quem gosta de estar em locais públicos com o rabo para o ar, e tratou de resgatar a correspondência. Reparei, então, e porque há coisas que dão demasiado nas vistas, no formato das cuequinhas da senhora. Eu sei que parece feio, mas, francamente, ela estava ali inclinada, com o rabo virado para toda a gente que estava na fila… Eu não tenho culpa. Normalmente, tenho culpa, confesso, mas desta vez, não! Pronto. E, quanto ao formato… bem… normalmente há em rendinha, sei lá, mas esta era em formato de zigue-zague! Ou seja, a linha da cueca que atravessa a bochecha da nádega, ia às curvas, em vez de a direito, como qualquer cuequinha que se preze. Fui imediatamente assaltado por esta grande dúvida: seria o elástico também em zigue-zague? Se sim, que raio de fábrica se tinha lembrado de criar elásticos em zigue-zague? Não têm mais nada para inventar? Não devem ter… Bem, a senhora encontrou na sua caixa um papelinho para levantar qualquer coisa e fez-se ao balcão, onde revirou várias vezes a cabeça para olhar em redor. Aposto como foi para ver se algum utente se estava a babar todo pelos queixos abaixo depois de ter estado de rabo para o ar, mas parece que não havia ninguém para se babar. Costumam estar nos Correios aqueles velhotes de calças com fundilhos baixos, que certamente sucumbiriam ali mesmo com um ataque cardíaco perante tais cuequinhas, mas não naquele dia, nem àquela hora. Sorte a deles. Com o virar da cabeça, também deu para ver o rosto da senhora. E pronto. Estragou tudo. Ou, por outra perspectiva, ficou tudo explicado. Uma trintona, com uma penca do tamanho de um campo de golfe, com um queixo de dimensões idênticas, e lábios em forma de “w”. Como se tivesse levado um sopapo nas beiças e estas tivessem recuado muitos metros em relação ao nariz e ao queixo. Feiosa. Completamente feiosa! Daquelas mulheres que um gajo olha e faz assim uma careta, como se deparasse com uma travessa de ratazanas mortas há várias dias, fedorentas. Eu não me consegui conter e fiz essa careta de enjoado, mas acho que ninguém reparou. O que me espanta, ou não, é o facto de ela ser casada. Ah pois é! Um homem qualquer, aceitou-a como ela é, e jurou-lhe eterna fidelidade e mais não sei o quê, ah e tal, daquelas coisas que se prometem nos casamentos. As cuequinhas zigue-zague batem certo com os lábios em “w”. Resta saber que outras características em zigue-zague farão parte da vida desta senhora. E o marido, será que tem o Jeremias também em zigue-zague? pickwick
publicado por riverfl0w às 20:27
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