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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2006
E uma rolha, não?

O Manelinho (nome de código) nasceu há poucos dias, fruto de uma gravidez de risco, dado os 213 quilos da mãe Manuela (nome de código). Sim, 213 quilos, quase um quarto de tonelada! Manuela tem 33 anos e vive com o Manuel, que tem 28 anos. O Manuel, como se deduz, é um tipo sem um mínimo de bom gosto, com o devido respeito. Manuela já tinha parido previamente dois gaiatos, agora com 11 e 12 anos. Manuela pesa habitualmente 199 quilos. E deve passar a vida colada nas vitrinas das lojas, porque já domina a técnica de ilusão óptica dos 9, levando os leitores a crer que habitualmente tem cento e tal quilos, um peso aceitável, sendo “tal” uma coisa pouca, quando, de facto, é habitualmente uma grandessíssima baleia com 200 quilos. Desculpa lá, ó Manuela, mas acima dos 130 quilos qualquer ser humano é promovido imediatamente a baleia! Manuela engravidou pela primeira vez aos 16 anos. Era uma pita, andou a reinar às mulheres e tunga! Consta que, na altura, teria os seus 80 quilos. Muito bem! Há poucos anos atrás meteu uma daquelas coisas gástricas que dão os seus resultados, mas, com ela, não serviu de nada. É compreensível. Uma gaja com 200 quilos que consegue convencer um homem a engravidá-la, também consegue convencer-se a si própria de que cabe sempre mais um naco de chicha pelas goelas abaixo, dilatando à força o pouco estômago que ficou disponível. O Manelinho não foi planeado. Tanto a Manuela como o Manuel estão desempregados e vivem à rasca. A Manuela, aliás, já pariu 4 vezes à custa do mau gosto de outros homens que não o Manuel. Ou seja, o Manuel não é um caso isolado. Há mais como ele! Como é possível? Bem, com putos paridos, sem emprego, sem dinheiro, ela não toma a pílula, ele é alérgico ao látex dos preservativos; são o exemplo típico de que isto precisa tudo de ser corrido à chapada e metido na linha! Aliás, família mais portuguesa, não deve haver, exceptuando a ilha de Girabolhos. Estava aqui a tentar perceber a história e, segundo parece, para o Manuel foi o primeiro caso de paternidade! Ou seja, temos aqui um gajo que se juntou a uma mulher com 213 quilos que já tinha parido quatro crianças! Como não bastasse, o Manuel já foi vítima de um tumor cerebral, sendo que o tratamento de quimioterapia roubou-lhe grande parte da visão. Ou melhor, não vê mesmo. Recapitulando: um gajo de 28 anos desempregado e que não vê um palmo à frente, juntou-se a uma mulher desempregada e com 213 quilos, e fez-lhe um filho! No meio desta pobreza de espírito tão grande, volto a bater-me pela necessidade de, a bem da nação, prevenir que uma larga fatia das mulheres seja mãe. Ah e tal e a liberdade! E o caraças! Dá-se a liberdade a uns para que, depois, isso contribua para que percamos a nossa. Mas que raio de cidadãos é que aquele par de jarras vai legar ao mundo? Delinquentes? Eu sei que isto é assim muito mórbido, mas irrita-me profundamente viver rodeado dos frutos de desastres como este. Estamos a falar de crianças que vão nascer, viver e crescer sem referências. As únicas linhas orientadoras são as do umbigo e do salve-se quem puder. Quando lhes começarem a nascer pêlos no corpo, será o princípio do caminho para a asneira, a toleira, e outras coisas acabadas em “eira”. O pessoal não percebe. A parolice da liberdade fala mais alto. Tão alto que nem se dá pelo que vai acontecendo, pelos efeitos nefastos que tudo irá ter. É uma nação inteira a viver ao bom estilo “carpe diem”, de olhos postos no céu à espera da nova geração de telemóveis repletos de inutilidades. Uma rolha é que era! Rolhas às gajas! Só engravidam com autorização e mais nada! Acabe-se com o lixo humano! No caso particular da Manuela, a rolha poderia trazer algumas dificuldades, como se depreende facilmente. Era preciso encontrar onde a enfiar! Chiça! 213 quilos! Não há condições… pickwick

publicado por pickwick às 18:16
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1 comentário:
De eu34 a 15 de Dezembro de 2006 às 11:44
Duro!!! Talvez demais (se ela o lesse e entendesse)... mas cada um de nós merece uma bofetada destas!!! Fica bem, eu35

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