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Terça-feira, 5 de Setembro de 2006
Nem chapado, nem à chapada
O Messenger, essa maravilha da tecnologia do século XX, proporciona momentos inesquecíveis. Ora grandes disparates, ora insultos, ora diarreias intelectuais, ora desabafos, ora segredos. É uma maravilha muito bonita. Certa noite de verão, uma jovem leitora deste blog desabafava desta maneira tão sensual: “A incapacidade que os homens têm de perceberem o que é óbvio!... Se a tampa da sanita ficou levantada ou as peúgas pelo chão, não é óbvio a razão da cara amuada?... Se dissemos «olha que lingerie tão lindaaaaaaaaa!», não é claro que esperamos chegar a casa e tê-la embrulhada com um grande laço vermelho?... Fico chateada, claro que fico! E se combinámos um encontro e ele se esqueceu e, pior, não avisou?... Ainda é preciso explicar?...”. Querida leitora, obviamente que os homens não têm qualquer incapacidade para perceber o que é óbvio! São seres humanos como outros quaisquer, ficando muito mal a qualquer senhora tecer comentários desta natureza. Isto tudo se resume a uma questão de treino. Ou, como diria um intelectual brasileiro: treinamento. A teoria assenta, portanto, na base do treino, segundo dizem os especialistas. As mulheres devem ser treinadas. Para tal, terão que passar por uma série de sessões especializadas, onde são confrontadas com várias situações. A reacção normal das mulheres destreinadas, é recorrerem aos comentários do óbvio, da falta de compreensão, da insensibilidade, e outras parvoíces que tais. Há que esclarecer: os homens são seres humanos extremamente sensíveis! São as mulheres que os transformam em bestas! Como diria um célebre ditado chinês: as mulheres são a causa de todos os males do mundo! Os chinocas também exageram um bocado, às vezes, mas também dizem umas coisas acertadas, quando calha. Bom, vamos por partes. A tampa da sanita levantada é uma actividade típica de uma sessão de treino. O homem deixa a tampa da sanita levantada, vem a mulher aos gritos e ah e tal, não sei que mais, e o carago! E qual é o problema de ficar a tampa da sanita levantada? Nenhum! É tudo uma questão de mania! Portanto, há que domesticar essa mania de terem manias. Treinar, exaustivamente! Para mais, as tampas fizeram-se para serem manobradas, ora para cima, ora para baixo, pelo que os homens apenas cumprem com a parte deles, deixando às mulheres a correspondente tarefa: baixar a tampa. Igualdade! Peúgas no chão? As peúgas fizeram-se para andar nos pés e os pés foram feitos para andar no chão, de onde se conclui, com alguma facilidade, que as peúgas são para andar no chão. Além do mais, as peúgas no chão têm um objectivo claro, desconhecido da grande maioria das mulheres, e que me atrevo a divulgar aqui, hoje, neste blog. É simples. Os homens deixam as peúgas no chão, para que as mulheres façam um bocadinho de ginástica, nomeadamente a elasticidade e o vigor abdominal e lombar, características essenciais para uma boa sessão de sexo. Tem, ainda, o efeito prático de prevenir o desenvolvimento de celulite nos rins. Continuando, o homem não nasceu para satisfazer caprichos às mulheres, ao contrário do que a maioria pensa. Lá por uma mulher achar que uma lingerie é linda, o homem não tem que ir a correr comprá-la, e muito menos meter-lhe um laço, especialmente se a lingerie for extremamente pirosa e não realçar minimamente as qualidades estéticas da sua portadora. Ou for amarelo desmaiado, com rendinhas. Além do mais, e para quem não sabe ou anda distraído, o motivo mais comum para os homens não comprarem lingerie às mulheres, é o facto de essa mesma lingerie realçar a falta de qualidade estética da sua candidata a portadora. Uma questão de bom gosto lá por casa, nada de mais. Dando continuidade, na questão dos encontros esquecidos, um encontro nunca é esquecido! Nunca! Um homem nunca esquece um encontro passado, presente ou futuro. As mulheres é que são facilmente enganadas com essa possibilidade ridícula. O pretenso esquecimento é mais uma forma de treino, uma maneira de domesticar a mulher, um meio de a fazer compreender que o mundo, ao contrário do que ela pensa, não gira em torno dela. Costuma ser eficaz, daí a sua utilização generalizada. Para finalizar, e porque não quero deixar dúvidas, vem a questão do que é óbvio. Ora, o óbvio é uma questão relativa. Uma parede pode parecer vermelha, mas numa fotografia a preto e branco deixa de o ser. O que é preto, pode não ser, pode estar apenas às escuras. Daí que, classificar atitudes com palavras como óbvio ou obviamente, veste o seu autor ou autora de uma apertada camisinha que lhe restringe o movimento e a elasticidade do pensamento. Por falar nisso, há um cromo qualquer neste blog que passa a vida a dizer ah e tal “obviamente” e mais não sei quê “como é óbvio”. Tenho que o chamar à atenção um dia destes, para cuidar melhor da sua expressividade. Quanto a ti, querida leitora, deixa lá os homens deitarem-se no chão e ignorarem-te! É um momento de relaxamento muito importante para prevenir problemas de coluna e não deve ser interrompido para dar atenção a problemas mundanos. pickwick
publicado por riverfl0w às 21:36
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