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Segunda-feira, 24 de Maio de 2004
Direito ao histerismo
“Se eu sou uma miúda, tenho direito a ser histérica!” Esta ouvi hoje. Foi dito a brincar. Seja. Mas onde há molho, há água. E este arremesso de piadinha lá terá o seu fundo de verdade. O histerismo faz parte do ser-se humano, do mesmo jeito que o açúcar faz parte do arroz doce, embora não com o mesmo efeito, antes pelo contrário. Tanto dá a homens como a mulheres, mas é nestas últimas que a coisa toma proporções que tornam a paciência um bem em vias de extinção. Há ataques e manifestações de histerismo feminino em várias medidas, pesos e doses, mas exercem sobre mim sempre o mesmo resultado: irritam que se fartam. Quando a coisa se transforma num exercício físico de expressividade, ultrapassando as barreiras diminutas da mera desordem psicológica, aí sim, a coisa fica mesmo feia e impossível de aturar. Olhos esbugalhados e a voz a fugir para o assobio, provocam em mim aquela vontade animalesca de pegar alguém pelos tornozelos e bater com o corpo na parede. Como quando se bate num tapete pendurado no estendal. Não há paixão, amor ou atracção que não fiquem irremediavalmente comprometidos e destinados ao meu esquecimento, quando uma mulher lhe dá para isto. Não há condições. E não havia necessidade. O mundo é tão bonito, tão grandioso, tão extenso, tão ilimitado... Para que é preciso gritar? Para que é preciso esbugalhar os olhos? Para que é preciso arfar? Ó minhas amigas, deixem-se disso... por favor... não sejam histéricas! Bebam uma aguinha com gás e vão ver que ficam logo como novas. (eu dantes tinha uma paciência infinita para aturar isto, mas com o passar dos anos, das ondas e das modas, foi-se esgotando, esgotando, esgotando...) pickwick
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publicado por riverfl0w às 22:17
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1 comentário:
De bluestocking a 3 de Junho de 2004 às 23:36
"Comportamento gera comportamento"...

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