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Sexta-feira, 27 de Agosto de 2004
Abate selectivo
Temos gente a mais neste mundo. É uma realidade. Não é que tenha dor de cotovelo, note-se. Mas é um facto. Não se pode ir por aí diminuir os efectivos populacionais, como bem se percebe, embora pudéssemos ser selectivos e criteriosos. Ou seja, seleccionar-se-iam uns quantos. Selectivamente. Assim tipo as Selecções do Reader’s Digest. Eles também seleccionam. E para lançamento deste novo sistema de abate, proponho desde já um voluntário, voluntariamente seleccionado para o efeito. Não sei o nome dele, nem onde mora, nem o que faz, nem o número de telefone. Se for preciso dar-lhe caça, vai ser complicado achá-lo. No entanto, talvez a repetição do comportamento que a seguir descrevo possa ajudar a identificá-lo na praça pública. Ou na rua. Ora bem, passemos à descrição. Estou a falar de um fulano com aparência perfeitamente normal, calção normal, t-shirt normal, corte de cabelo assim mais ou menos, altura mediana – tipo normal nacional -, feições normais, estacado à beira da estrada. Numa mão tem uma toalha e na outra uma miúda de uns 4 anos. Provavelmente é a filha. Coitada. Ao lado, outra miúda, mais velha, aí nos seus 7 anos. Outra coitada. Elas não sabem que são coitadas. Adiante. Situação geográfica? Coisa simples: gradeamento de protecção na marginal da linha de Cascais (ou do Estoril, ou das tias), mais precisamente na curva da praia de Oeiras, do lado do gradeamento que dá para a marginal. Resumindo em cinco palavras: o papá e as filhas encostados ao gradeamento, elas quase a caírem para o meio da estrada, à espera de oportunidade para atravessarem para o outro lado. Ora bem, para quem não conhece a curva em questão, passo a informar que a dita só tem quatro faixas de rodagem e fica num vale, o que quer dizer que quem vem de um lado, vem a descer, e quem vem do outro lado, também vem a descer. Estamos no verão, o trânsito é o que se sabe, paletes de rodas a rolar, e o local escolhido é mesmo, mesmo, mesmo, mesmo, mesmo, a meio da curva. Ou seja, de visibilidade paupérrima. Do melhor para atravessar quatro faixas de rodagem com duas criancinhas. Dei de caras com esta cena quando ia a passar de carro, o que foi pena, porque se não fosse lançado, teria tido todo o prazer em ir direito ao fulano, sacudir-lhe a coitada da filha, pegar-lhe (no pai) por um tornozelo e volteá-lo no ar, terminando com um embate da carne esvoaçante contra o poste da iluminação. Seria o abate perfeito, com uma selectividade exemplar, o verdadeiro eliminar de lixo humano. pickwick
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publicado por riverfl0w às 00:28
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