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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2004
The orbit tour
Soube agora de uma coisa fantástica. Aquela empresa que organiza viagens às nuvens, afinal também faz programas mais para longe. E como é que eu soube disso? Foi por acaso. Conheci um par de pombinhos completamente loucos um pelo outro que foram numa dessas viagens: o Johnny e a Ana Filipa. Aquilo parece que foi o máximo. Não entraram assim em muitos pormenores, o que, aliás, é compreensível… devem ter sido assim uns momentos íntimos e tal e não iam estar ali a contar isso tudo, não é? Mas deu para ter uma ideia, avaliando apenas o estado de euforia e a cumplicidade transbordante dos dois, assim como que no limiar da loucura. Quanto à viagem em si, o trenó voador fazia escala nas nuvens, que já é um programa de sucesso. Depois do almoço em mais um daqueles restaurantes com uma paisagem invulgarmente bonita, seguem-se uns momentos de maior estresse, para disparar por aí acima até entrar em órbita. Não deve ser fácil, digo eu. O coração deve acelerar muito mais que o normal, com uns soluços pelo meio, e nem os mais serenos conseguem evitar uns pingos bem grandes de emoção. Aposto como há sempre quem duvide que o trenó chegue ao destino, vá dar meia volta e regressar, por causa dos ventos ou de sei lá mais o quê. Entrados em órbita, bom, a malta bem que vê umas imagens na TV, dos astronautas lá em cima a observar cá em baixo a nossa terrinha, mas pelo que este par de pombinhos deu a entender, isso é apenas uma migalha do bolo. Fica-se sem saber o que é que havia a mais lá em cima, para além dessa migalha. Há sempre a possibilidade de ter sido tudo efeito do fogo da paixão deles, catalizado pela calma e pela paisagem fantástica que se tem lá de cima. É compreensível, não é? Como diria o poeta, “o amor é lindo”… Eu, se estivesse no lugar deles, ao lado da pessoa com quem mais queria estar, bem, acho que entrava rapidamente num estado de delírio cor-de-rosa. Ou outra cor qualquer. O problema, segundo eles, é que este programa dura pouco tempo. Não percebo, pois em órbita nem se deve consumir combustível, e tanto fazia estarem por lá duas horas como dois dias. Mas, enfim, estas empresas existem é para fazer dinheiro e pronto. Tenho é de investigar se este programa também mete sereias, como o outro. Se meter, bom, já sei que, quase de certeza, vão-me arranjar outra sereia, sem rabo de peixe, igualzinha à pessoa com quem eu mais desejava entrar em órbita. Afinal, eles são profissionais! Mas, se eles quisessem mesmo esmerar-se, mesmo, mesmo, mesmo, arranjavam maneira de eu ir neste programinha com essa pessoa, em carne e osso. Nem sereia, nem meia sereia. É que, verdade seja dita, não há sereia que lhe chegue aos calcanhares. Por mais tecnologia que se use, por mais truques que se façam, nada neste mundo substitui o seu sorriso, o seu rosto, o seu olhar e a sua presença. Nada! pickwick
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publicado por riverfl0w às 00:33
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