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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2004
Sua Maluca
Não, não é o nome de um bar gay nem de um barco de pescadores barbudos. É uma expressão! Portuguesa, está claro. Só podia. Aplica-se com alguma frequência, aqui e além, maioritariamente a mulheres, mas também a homens. Quando é a homens, das duas uma: ou é entre gays, ou entre malta com muito bom sentido de humor, sendo que, neste último caso, em 99% dos casos já se ouvem chocalhar umas quantas garrafas vazias em cima da mesa. Quando é a mulheres, ou seja, habitualmente, trata-se de uma delicadeza. É uma forma delicada de chamarmos ordinária, galdéria, leviana, doida varrida, etc. Às vezes, até é a nossa vizinha do lado, e não vamos querer chamar-lhe pelo “outro” nome, pois não? Dizermos “sua maluca” é mais suave, não desperta olhares alheios, não choca velhinhas conservadoras, não fica mal, e até pode ser interpretado de forma positiva. Sim, porque “maluca” também pode ser uma forma positiva de chamarmos alguém, sem usar discursos mais rebuscados nem conteúdos directos. Aí, estamos a substituir uma mistura de engraçada com fofinha, condimentada com atrevida (mas non troppo) e salpicada com um bocadinho de vontade de lhe pregarmos uma beijoca. Dizemos “és uma maluca” com a ternura e a intenção de quem diz “adoro-te”, mas pintada com tinta engraçada. Aliás, e se a memória não me falha, uma das última vezes que disse isso a uma mulher, a minha vontade mesmo era pegá-la ao colo e enchê-la de beijos, embora depois não tenha concretizado a parte do pegar ao colo. E das outras vezes, à mesma mulher, idem. Que não sobrem dúvidas. pickwick
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publicado por riverfl0w às 23:07
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