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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2006
Sonho
Lisboa, 2 da manhã. Dirijo-me para a estação de metro dos Anjos, quando reparo que houve um acidente enorme na Avenida Almirante Reis. Curiosamente, estava apenas um carro envolvido, mas imensos sem-abrigo tinham sido atropelados e todos tinham perdido metade da perna esquerda. Ainda mais curioso, os cotos saravam em questão de segundos. Não me alongo muito em observações, enquanto me continuo a dirigir para as escadas do metro. Aparentemente o túnel de acesso só dá para passar uma pessoa de cada vez, o que forma uma fila dantesca de aleijados a avançar de canadianas e andarilhos metro adentro. Eu estou muito bem vestido, se me recordo. Finalmente chego a uma zona mais larga, e começo a ultrapassar a filinha indiana. Estou atrasado para chegar a qualquer lado. Cruzo-me com um sujeito em passo acelerado, que tem o braço direito do tamanho do corpo todo, de tal modo que só usa uma canadiana - do lado esquerdo – e usa o braço gigante para se apoiar no chão. Quando passo por ele, fita-me com os olhos brilhantes e pergunta, triunfante: “Puto, já te prostituíste?”.

Nota: Paga-se em chocolates belgas a quem apresentar a melhor interpretação onoríca, desde que não se incluam as palavras “falta”, “de” e “sexo” na mesma frase. riverfl0w
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publicado por riverfl0w às 14:27
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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2006
O título deste post é perfeitamente editável
Vivam as funcionalidades requintadas dos blogs do Sapo. riverfl0w
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publicado por riverfl0w às 23:41
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Domingo, 6 de Agosto de 2006
Alguém tem espaço no quintal?
«Em 2005 a produção de batata fixou-se nas 738 mil toneladas, representando um decréscimo de 22% face ao ano anterior. Vários foram os factores que contribuíram para esta situação: por um lado, as condições climatéricas adversas ocorridas durante a época de sementeira e que condicionaram a prática da actividade em especial nas zonas do Entre Douro e Minho, Beira Litoral e Ribatejo e Oeste. Por outro lado, a forte retracção por parte dos produtores em plantar batata, como consequência das dificuldades de escoamento sentidas em 2004, ano em que se registou um excedente de produção. Por isso mesmo, a área utilizada para esta cultura passou de 62 mil hectares em 2004 para 57 mil hectares no ano em análise.

Refira-se que nos últimos anos tem-se assistido a uma significativa expansão da exportação deste produto, fundamentalmente como resultado da forte procura exterior, nomeadamente comunitária. A comprovar isto mesmo está o decréscimo de circulação da batata em território nacional.»

Fonte: Ministério da Agricultura

Resumindo, estamos a ficar sem batata. E eu pude comprová-lo in loco no meu almoço de ontem. riverfl0w



Poisson-épée avec demi de pomme de terre et une courroie de citron.

 

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publicado por riverfl0w às 23:54
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Sábado, 5 de Agosto de 2006
pickwick: Toda a verdade
Ele também é jornalista. Mas é segredo. Isto porque descontar como professor e jornalista faria uma grande mossa no Imposto sobre Rendimentos Singulares, o que poria em risco o seu fétiche por varas de bambu macaenses e selos de correio do séc. XIX onde aparecem estampados reis com peruca. riverfl0w
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publicado por riverfl0w às 17:34
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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2006
Hoje apeteceu-me escrever
Deitou-se, enfim. A névoa que lhe cobria os olhos era esbranquiçada, quase como o algodão que tinha visto crescer nos campos. O olhar turvo permitia-lhe ainda reconhecer o carvalho ao fundo, as margaridas de D. Laura a escassos metros de distância. O corpo lânguido e morno, como se apenas o sangue teimasse em mantê-lo vivo. Tivera uma vida cheia, isso alma alguma poderia questionar.
Recordava agora a delicadeza com que aquela mulher o tratara, não há tanto tempo assim. Tinham passado ainda poucos meses da primeira vez em que abalara o conforto meloso do ninho, e já planava portentosamente pela cidade. Mas naquele dia chovia como se todo o Tejo tivesse evaporado e quisesse furiosamente voltar ao seu leito, e a pressão da água era demasiada para aquele par de asas tão escassamente exercitado. Deixou-se então cair, ensopado e exausto, almejando apenas não perecer no impacto. E não se finou, de facto – mas apesar da aterragem não ter sido muito violenta, chegou para provar o gosto amargo do fel no bico. Foi um par de mãos que o amparou, minutos mais tarde. Ásperas, calejadas pelo tempo, ainda assim de uma candura extrema. Foram essas mãos que cuidaram de o proteger, enquanto repousava nos imaculados pedaços de linho onde ela lhe tinha feito o pouso. A maciez no trato de D. Laura cedo lhe curou a asa ferida, mimos que não o impediram de bater as asas mal se sentiu capaz disso. O seu corpo intrépido bailava novamente no ar. Sangue pulsante, tendões hirtos, o bater musculado das asas.
Passeou-se assim, libertinamente alado, enquanto a nostalgia do doce toque da mulher nas suas penas não o fizeram voltar. Não só as carícias, mas também as frutas saborosas que ela lhe chegava ao bico e o aroma das margaridas do jardim, que lhe enchiam os pequenos pulmões de um ar diferente. Quedava-se com ela alguns dias, para novamente voltar à liberdade de que não prescindia. Era uma espécie de amor, talvez. Como aquele que sentia pela sua mãe, quando ela lhe trazia sementes de girassol ao ninho e lhe afagava as penas com o bico.
Mas ali, agora, nem a mãe nem D. Laura lhe poderiam valer. Sentiu os pulmões encolherem devagarinho, e encheu-os de pronto com uma última golfada da fragrância das margaridas. Era ali, naquele jardim, que se queria despedir do Mundo. Por fim, expirou. riverfl0w

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publicado por riverfl0w às 20:27
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2006
Homossexualidade feminina
Sinónimo de confusão? Um bando de vinte lésbicas, de olhos vendados, num mercado de peixe! Era, assim, uma anedota que ouvi em tempos idos, juntamente com aquela de as polacas não poderem praticar ginástica de solo. Conhecem? Se não era assim, era tal e qual. Bom, seja como for, pode estar aqui a explicação para a homossexualidade feminina: os peixes! Não sei muito bem como é que se lá chega, mas de alguma forma há-de ser. Deve haver qualquer coisa de misterioso, quanto de erótico nos peixes. Ou ao contrário. O que é certo, é que elas deixam-se fotografar todas nuas, enroscadas em enormes peixes, para o calendário de uma marca de equipamento para pesca. Portanto, é só pensar um bocadinho, e havemos de chegar a alguma conclusão. Será que as lésbicas são mulheres que nunca compraram peixe num mercado? Nunca sentiram o contacto daquelas escamas húmidas, os bigodes da boga, a elegância da pescada? Ou será que, as lésbicas, são mulheres que tiveram um impulso secreto quando chegaram a casa com o pescado? Imagine-se, uma adolescente, que vai às compras com a mãe. Compram carapaus, a mãe vai à garagem arrumar as batatas e a miúda fica na cozinha a arrumar os carapaus no frigorífico. Quando lhes toca, sente um arrepio na espinha. Aquela humidade, as escamas escorregadias, a sensibilidade… e se metesse o carapau entre as pernas, pensa a adolescente? Os olhos até brilham! Entretanto, chega a mãe e estraga tudo. A adolescente, passado um bocado, vai até ao seu quarto, ainda alucinada com os carapaus húmidos, a respiração ofegante. Mais tarde, já mais calma, procura no seu universo de vida um carapau. Não há. O mais próximo que existe, é uma sereia. E uma sereia, é um ser mítico do sexo feminino, regra geral com uns seios perfeitos debaixo de uma gadelha farta. Uma sereia é que era, pensa a adolescente. Mas não há sereias. Por isso, o mais perto de uma sereia, é uma mulher. E pronto, está produzida uma lésbica. No dia seguinte, vai para a escola e procura, com o olhar atento, outras adolescentes que tenham tido um encontro imediato com um carapau, ou uma solha, ou uma pescada, e que busquem nas outras adolescentes a sereia que há nelas. Outro dia, fiz uma longa viagem de carro com uma amiga, nome de código Rita. Há poucas semanas atrás, eu tinha conhecido o namorado dela. Agora já era ex-namorado. Ela tinha-lhe dado um chuto. Conversa puxa conversa, ela confessa que já teve uma experiência a três, com o ex-namorado e mais uma amiga de ambos, numa típica “ménage à trois”, que correu muito bem. Tão bem, que depois experimentou só com a amiga, e ainda foi melhor. Segundo a Rita (cujo nome verdadeiro é bem diferente), uma relação sexual com uma mulher é bem mais interessante e proveitosa do que com um homem. Ela não deve conhecer muitos homens, tive vontade de lhe dizer. No entanto, passados meses, ela voltou a arranjar um namorado, e ainda por aí toda contente. Não a percebo. Seja como for, essa da relação mais proveitosa pode estar na preferência das mulheres pelas mulheres: a homossexualidade feminina. A ter em conta, nestas preferências, pode ser o conhecimento que as mulheres têm da máquina feminina. Por exemplo, a Ana sabe o que lhe dá muito prazer, logo, será, muito provavelmente, o que dará também muito prazer à Catarina. Além do mais, a mulher não chega ali, monta a outra mulher e em 18 segundos já tem a torneira aberta e está pronta para ir para o sofá beber uma cervejola e ver televisão. No mínimo, 18 minutos, e mesmo assim… Bem, para finalizar, estava aqui a pensar que um bom negócio para montar, e assim ganhar uns trocados extra, seria a venda de carapaus em sex-shops. De silicone. Vibradores, em forma de carapau, com variações em forma de sardinha, atum e peixe-espada. Auto-lubrificados. Com umas luzinhas nos olhos que piscavam, verdes ou azuis. Para as mais violentas, ou sadomasoquistas, uma versão de vibrador em forma de peixe-aranha, com os devidos ferrões. Ui… como elas iriam gostar! Com um dispositivo motorizado na cauda, tipo abano, para quando o carapau desaparece todo e fica só o rabo de fora, a abanar. Muito sexy! Um sucesso! pickwick
publicado por riverfl0w às 09:42
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Terça-feira, 1 de Agosto de 2006
A velhice está perdida
Costuma dizer-se que ah e tal, a juventude está perdida. Eu acredito que ainda há esperança para a juventude, naquela base de que não há nada que não se resolva com uns bons tabefes e uns cabelos arrancados. Mas, quanto à velhice, está mesmo perdida. Eu ainda pensava, ingenuamente, que a velhice era o pilar da sabedoria, da educação, da rectidão. Ontem, vi-me confrontado com a triste realidade. Passo a explicar. Enquanto esperava pela minha fã número um, resolvi abancar à sombra de umas belas árvores, num belo banco de madeira, num belo jardim de uma bela vila do centro deste belo país. Era hora do almoço, o sol estava chateado com alguém, e nada como uma sombrinha, um livro, e muito sossego. Tipo férias, a bem dizer. Estava tudo a correr bem, a leitura a deslizar, a sombra agradável, o som do repuxo no pequeno lago, o chilrear dos passarinhos, umas miúdas todas arejadas a passar no passeio do outro lado da rua, enfim. Até ao momento em que apareceu um senhor aí dos seus 65 anos, com ar de tarado e algum atrofio mental. No jardim havia resmas de bancos, todos vazios, à excepção do meu e de outro mais além, onde estava sentada uma miúda toda gira. Mas o homem teve mesmo que se vir sentar no banco em frente ao meu, a uns dois metros de distância. Até aí, pronto, aceitável. A coisa começou a tomar contornos dantescos, quando chegaram as amigas do homem. Duas velhas muito encardidas e enrugadas, uma mancar e a outra sem os dentes, acompanhadas pela filha de uma delas, deficiente mental (a sério). Devo dizer que, esta última, era a única pessoa ali que trazia alguma normalidade. Porque, das conversas que se seguiram, não há memória! Aparentemente, era tudo solteiro, divorciado ou viúvo. Daí que a conversa tendesse, por tudo e por nada, para o sexo. Porque fulano não sei o quê com a gaja tal, porque a fulana não sei que mais a olhar para o outro, porque foram não sei que mais, e o que querem sei eu, e você o que quer sei eu, e ah e tal, e por aí fora. Ah e você passa a vida na cama, tem que passar mais tempo de pé, está a ficar muito gorda, o que você precisava sei eu. O homem só dizia que precisava de uma mulher em casa para lhe tratar da roupa, da comida e das limpezas. Sim, sim, diziam as outras, com aqueles risinhos de quem está a pensar em muito sexo. Nisto, chegou uma outra amiga, aí dos seus 60 anos (uma jovem, portanto), que veio definitivamente baixar a qualidade da conversa. Ainda por cima, veio sentar-se no meu banco, do outro lado da minha minúscula mochila. Não podia com o homem nem com molho de tomate, nem com as amigas de não sei quem, e vai daí aos gritos, a praguejar, a puxar de todo o bonito vocabulário do mais ordinário dos carroceiros, porque estou f***** com fulano tal, c****** os f****, p*** que os pariu, e ah e tal. Às tantas, deu conta que estava gente ao lado dela, nomeadamente aqui este personagem, com ar intelectual, de livro em punho, feito letrado. Ai desculpe a minha conversa e tal, disse ela. Respondi com um olhar condescendente e um sorriso amarelo-torrado. Ah e tal, os homens? Os homens não servem para nada. Só servem para limpar o cu à gente, dizia a outra. Não sei se foi da minha camisa às riscas comprada no Continente, ou da cor dos meus olhos, ou do cabelo rapado à mete-nojo, mas a mulher entendeu e comentou para as outras: ah, este deve ser francês. Pois claro, eu até estava a ler um livro inglês, portanto, só podia ser francês. Passada hora e meia, lembraram-se que estava na hora de zarpar. Ia eu começar a sorrir com o retorno do sossego, após tanto tempo de matracas a chocalhar, quando as velhotas são imediatamente substituídas por uma nova brigada do reumático, de bengalas em punho, almoço no bucho, e muita palheta para soltar. A brigada encheu os dois bancos, deixando-me ali, novamente, encostado a uma ponta, de livro em riste, para levar mais um banho de cultura popular. A presença, ali perto, de um bando de adolescentes com aquelas calças a deixar ver a bela da cuequinha, como é moda, bonitos e minúsculos tops, posições provocantes em cima dos bancos do jardim, serviram de mote para os membros da brigada começarem a divagar sobre a vida. Ah e tal, essas miúdas, agora, andam para aí todas descascadas, dizia um. Pois andam, todas descascadas, responderam os outros. No meu tempo, não era nada disto, elas até se censuravam umas às outras se trouxessem a saia acima do joelho. Assim, nem dá gosto, porque o fruto proibido é o mais apetecido, e dantes a gente ao tentar imaginar o que ficava por baixo da roupa ficávamos logo todos entusiasmados, mas agora não sobra nada para a imaginação. Pois é, pois é. E no meu tempo, se fossem à missa com a saia acima do joelho, eram logo corridas dali, senão o padre não conseguia dar a missa direito. Ah, e outro dia, o padre ali da aldeia X foi apanhado na cama ali com uma fulana da aldeia Y. Ah pois claro, então elas vão-se lá confessar a ele, ele fica logo a saber o que elas são e já sabe que pode aproveitar à vontade. Bom, depois de três horas deste banho oral de cultura popular, tocou o meu telemóvel. Estava safo. A minha fã número um vinha-me buscar. A sorte, é que vinha com um decote de fazer engasgar qualquer um, principalmente a mim. Foi graças a este decote que, após alguns, minutos, consegui tirar da minha cabeça o tormento e o desassossego de imaginar aquelas velhotas encardidas, desdentadas, mal cheirosas, de unhas enormes e rugas por todo o lado, a uivarem em cenas de sexo desabrido com velhotes em idêntico estado de decomposição. Em dias de calor, recomendo: não vos quedeis em bancos de jardim à sombra, pois correis o risco de acumulação de pesadelos eróticos. pickwick
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publicado por riverfl0w às 23:50
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