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Arautos do Estendal

Ela, do alto das suas esbeltas e intrigantes pernas, veio caminhando quintal abaixo até ao estendal, dependurando a toalha onde, minutos antes, tinha limpo as últimas gotas de água. O Arauto viu, porque o Arauto estava lá. E tocou a trombeta.

Ela, do alto das suas esbeltas e intrigantes pernas, veio caminhando quintal abaixo até ao estendal, dependurando a toalha onde, minutos antes, tinha limpo as últimas gotas de água. O Arauto viu, porque o Arauto estava lá. E tocou a trombeta.

Arautos do Estendal

22
Jun06

Parideiras condicionadas

riverfl0w
Há aquelas parvoíces dos Direitos Humanos e dos Direitos das Fêmeas e dos Direitos às Liberdades e outras anormalidades começadas com “direitos”. Eu sei que há, mas não pode continuar a haver. Pelo menos, não da forma oferecida como tem sido desde que se conquistaram. E não, porque é um cancro. Daqueles que infestam a sociedade, que minam a civilização, e que irritam enormemente. O direito a parir tem de ser condicionado. Mas tem mesmo, carago! Mães não há muitas, no meio de tantos milhões e quaquitribilhões de mulheres. O que há muito, isso sim, são Parideiras. E o que é uma parideira? É uma fêmea – por enquanto – que apenas dá o seu contributo fisiológico para trazer ao mundo uma criança, sustentando-a (ou não) durante uma série de anos. Portanto, e para que não haja dúvidas, uma parideira é uma mulher que dá à luz, mas que depois se demite da função que a civilização lhe atribuiu para os anos vindouros – ser a Educadora do rebento. Como não dá educação ao rebento, deixando-o crescer como uma aberração da sociedade, cravejado de traumas fingidos e desvios sociais acentuados, não passa esta mulher de uma simples parideira. Como as galinhas e as peruas, aliás. E outros animais. Pois, falta concluir com esta perspectiva: a mulher parideira não passa de um animal que pariu. Ponto final. Ora bem, e estas cenas deviam ser condicionadas, obviamente. Deu-me para isto, hoje, depois de observar com alguma atenção um bando de “pitas” de 12-15 anos. Deviam ser todas carimbadas de “parideiras condicionadas”, imediatamente, e para sempre. Aliás, “parideiras inviáveis”, definitivamente, mas pronto, há que dar o benefício à dúvida que o futuro reserva sempre. Estas “pitas” estão predestinadas a serem os espécimes de classe mais reles daquilo a que uns quantos poetas inspirados designaram de “vacas”. É uma evolução natural e previsível, esta. Basta olhar e está tudo visto. Esta gentinha de meio palmo e muito vazio, não pode parir. Era só o que nos faltava! Até podiam parir petizes saudáveis, sim, mas, e depois? Que sairia dali? Que educação teriam aquelas amostras de bovinos para dar? Zero! Ou menos, ainda. Portanto, tem de ser missão da civilização corrigir-se a si própria, prevenindo que o futuro traga aberrações ainda maiores do que as que já circulam por aí. Chama-se a isto um processo auto-correctivo. Carimbam-se estas “pitas” logo que se denota a pinta, e pronto, meio caminho andado para a prevenção eficaz. Ou seja, pode partir-se logo para aquelas operações maquiavélicas de extrair não sei o quê dos ovários e cortar não sei o quê no útero e encher não sei o quê nas trompas e ah e tal. Depois, que andem por aí a roçar-se com trolhas e a rebolarem com bêbados, que não virá muito mal ao mundo. Porque estas “pitas”, a bem dizer, do jeito que estão as coisas, vão todas emprenhar muito cedo, ficando depois muito surpresas, apanhadas a meio da festa da vida, atiradas para aquela chatice de vida de progenitora à qual darão o mínimo dos mínimos. É mau, esta onda, mas ainda há-de vir o dia! Daqui a uns anos, provavelmente quando eu já não andar cá, mas vai ser esse o caminho. A sociedade vai ver-se a braços com um descontrolo total da transmissão de valores de geração em geração, e terá que meter a mão na massa para endireitar tanta coisa torta. O direito a parir terá que ser adquirido, como se de um passaporte se tratasse. Estará dependente do percurso de vida até aí, e não olhará a desculpas. A sociedade condicionará as tantas coisas que hoje fazem parte daquela libertinagem disfarçada de liberdade e direitos a que estamos habituados. E vai doer, pois vai, mas terá que ser assim. Os direitos não serão adquiridos, como até agora, mas terão de ser conquistados. A diferença, em relação ao passado, é que estarão inteiramente disponíveis para serem conquistados. Só faltará mesmo conquistá-los. A Patrícia quer ser mãezinha? Quer? Então vamos lá ver como tem sido a sua vida!... Ah pois é! Vai doer, mas vai ser assim, depois de termos todos batido muito lá no fundo. pickwick

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