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Sexta-feira, 14 de Julho de 2006
Poema de amor #1
Aqui há uns minutos, uma fã minha (e a única, convenhamos) dedicou-me um poema de amor. Um poema amor é uma coisa boa de se dedicar, sobretudo quando vem acompanhado por uma ou duas tortas de Azeitão. Enquanto as tortas não vêm até mim, ou eu não vou até às tortas, vejo-me obrigado a fazer uma análise literária:

André Spencer (coraçõezinhos)
(André Spencer é o destinatário, os coraçõezinhos devem funcionar como selo do correio.)

Acho que os teus olhos são verdes
Mas já não me lembro bem
(A autora sofre claramente de uma doença degenerativa fulminante, que a impede de se lembrar da beleza que é ver os meus olhos ao vento. São verdes, ok. Menos mal. Os boletins do Euromilhões só se podem entregar até às 18h.)
Tens poucoxinhos pelos
Olha.... ainda bem!
(A menina deve vir de uma família de Telmas, só daí é que consigo extrair o espanto pela minha aparente falta de pelagem.)

Tens sonhos e aspirações
Tens um estaminé e um jornal
Tens uma imagem de um coelhinho
(Reparem na sublime utilização da forma verbal do verbo ter em triplicado, o que reforça em muito a métrica do poema. É incrível como nunca ninguém se lembrou disto.)
Que te fica um bocado mal
(Claro momento de inveja mal disfarçado.)

Tendo em conta estas coisas
Devo estar a ficar doida varrida e um bocado maneta (... não havia mais nada que rimasse!)
(Atentem na genialidade intrigante deste último verso... deixa-me sem palavras)
Se não for por mais nada
É pela tua bicicleta :)
(É neste verso final em que tudo se consubstancia. Recebi eu um poema de amor, e ah e tal, cheio daqueles elogios que nos põem o ego ao alto, e no último verso... putz. Ela está apaixonada pela minha bicicleta.) riverfl0w
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publicado por riverfl0w às 03:10
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