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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
A cleptomaníaca e as calças da Lecas
Lá na nossa instituição, temos uma fulana que sofre daquela bela doença que dá pelo nome de cleptomania – uma vontade irresistível de roubar. Chama-se Dália (nome de código) e não lhe fazia mal nenhum ser atropelada por uma betoneira.
 
Ora, no ano passado, foi um filme por causa do desaparecimento de um dossier, de duas pen’s e dos óculos de sol do patrão. E de sabe-se lá mais o quê, sem importância, que terá desaparecido misteriosamente sem que alguém desse por falta. Nunca se chegou a acusá-la formalmente, mas temos a certeza que foi ela. Assim uma daquelas certezas certezinhas.
 
Na semana passada, a nova psicóloga que veio trabalhar connosco descuidou-se e deixou ficar a respectiva pen, com o trabalho mais recente, nas traseiras do computador do gabinete dela. Misteriosamente, ou não, a pen desapareceu, sabendo-se que a Dália foi das poucas pessoas que esteve nesse gabinete entre a saída da psicóloga e o encerramento para fim-de-semana.
 
Por mim, se me deixassem, ou melhor, se não fosse demasiado escandaloso, fechava-me num gabinete com a Dália e fazia-lhe entrar a língua pelo ânus dentro, toda dobradinha em dois e bem amachucada com a palma desta minha mão justiceira. Mas, não. Ora bolas!
 
Por falar em bolas, a Lecas (nome de código) hoje entrou pelo gabinete do patronato dentro, toda pimpona, a abanar as nádegas, anunciando aos presentes o facto de estar a vestir um par de calças que já não lhe serviam há dois anos. Graças a um rigoroso regime de exercício físico, confessou, conseguiu reduzir o volume de enchimento e, assim, caber nas calças. O regime consiste numa caminhada diária, faça frio ou faça sol, chovam rabanadas ou crepes de morango. Admirei-lhe a força de vontade. Contudo, olhando com mais atenção para o rabiosque a abanar debaixo da ganga, tive de me conter para não lhe sugerir que fizesse uma pequena alteração ao seu percurso pedestre diário: em vez das ruas da cidade dela, uma ida e volta a Paris, para ver se realmente perdia peso de forma significativa, ao contrário das míseras lascas que se desprenderam das nádegas para dar entrada num velho par de calças de ganga.
 
A avaliar pelo ar de rapina que exibe quando passa pela mesa cheia de chocolates que agora é um foco de atracção no gabinete do patronato, deduzo que esta pequena vitória da Lecas vai passar, rapidamente, a uma redonda desilusão. Especialmente quando a Lecas entra pelo gabinete, vai direita à caixa e foge com um chocolate na mão, batendo as asas numa retirada estratégica, não vá alguém perguntar-lhe pelo regime… Como foi hoje… e ontem… e antes de ontem… e como vai ser amanhã… e além… pickwick
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publicado por pickwick às 00:05
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1 comentário:
De Charmoso a 30 de Dezembro de 2008 às 12:18
Que doença mais estranha!

bjs

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