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Arautos do Estendal

Ela, do alto das suas esbeltas e intrigantes pernas, veio caminhando quintal abaixo até ao estendal, dependurando a toalha onde, minutos antes, tinha limpo as últimas gotas de água. O Arauto viu, porque o Arauto estava lá. E tocou a trombeta.

Ela, do alto das suas esbeltas e intrigantes pernas, veio caminhando quintal abaixo até ao estendal, dependurando a toalha onde, minutos antes, tinha limpo as últimas gotas de água. O Arauto viu, porque o Arauto estava lá. E tocou a trombeta.

Arautos do Estendal

15
Ago08

Amelinha e o colete

pickwick

Um grupo de jovens amigos preparava-se para um passeio de bicicleta numa escaldante tarde de Domingo. Cientes das questões de segurança associadas a actividades desta natureza, os jovens envergavam coletes reflectores e capacetes típicos do ciclismo. Rapazes e raparigas, assim na casa dos 20, mais ano, menos tremoço. Eu andava por perto, empenhadíssimo na minha missão dominical.

 
Às tantas, este apuradíssimo sistema auditivo que transporto nas zonas laterais do crânio detectou uma conversa que merecia alguma atenção da minha parte.
 
Adulto preocupado: Amelinha, vais assim vestida?
Amelinha: Vou.
Adulto preocupado: Não levas o teu colete?
Amelinha: Não.
Adulto preocupado: Queres que te empreste o meu?
Amelinha: Não, vou bem assim, obrigada.
Adulto preocupado: Mas, não tens outra roupa?
Amelinha: Tenho, mas vou bem assim.
Adulto preocupado: (silêncio).
Amelinha: (meia-volta).
 
Não quis perder a oportunidade de registar o alvo de tanta preocupação por parte do adulto em causa e partilhar o objecto em si. Afinal, não há melhor disfarce para um fotógrafo, do que o próprio disfarce de fotógrafo. Se é que me faço entender. Aqui fica, então, o belo par de nádegas da Amelinha.
 
 
 
 
Portanto, e analisando friamente a questão, se de pé, firme e hirta, as nádegas da Amelinha já são o que se vê, uma provocação sensual irresistível, imagine-se a proprietária das mesmas encavalitada no selim de uma bicicleta. Imagine-se o efeito da flexão do corpo para a frente na disposição dos humildes calções e consequente visibilidade das perfeitas bochechas que compõem o par de nádegas. Imagine-se o aperto. Imagine-se o suor. Meu Deus…
 
Nota do autor: os factos aqui narrados, bem como a imagem e os suores sentidos, são em tudo coincidentes com a realidade presenciada e vivida. Ficção, só mesmo o rumo tomado pela imaginação nos minutos que se seguiram. pickwick

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