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Sábado, 12 de Janeiro de 2008
O anormal dos trinta
Hoje ligaram – pela n-ésima vez – do BLERK1, a solicitar mais dados técnicos da nossa instituição, por alegada exigência dos deficientes mentais do BLERK2 que não sabem a quantas andam e pretendem mostrar obra ao pessoal do BLERK3, na ânsia óbvia de trepar para um poleiro superior. O pessoal do BLERK1 são uns desgraçados, não mandam em nada nem em ninguém, e limitam-se a ser paus mandados dos loucos do BLERK2. A gente responde, a um telefonema, a outro telefonema, ah e tal, quantos profissionais não especializados, e quantos auxiliares, e quantos cozinheiros, e quantos profissionais no total, e ah e tal. Encolhemos os ombros, como quem lida com um manicómio tomado de assalto pelos doentes mentais que lá vivem, e vamos respondendo. São números. Apenas números. Porque, caso ainda ninguém tenha reparado, tudo o que o actual governo pretende é vencer a guerra dos números! Não há pessoas, mas apenas números. Sermos seres humanos ou salpicões de Lamego é a mesma coisa: números! Enfim. Por isso, veio-me o ácido gástrico às goelas com mais uma aventura dos números: o limite de velocidade a baixar para 30 km/h. E eu, pergunto: mas quem foi o anormal que se lembrou de baixar o limite de velocidade para 30 km/h? Sim, é um anormal! Só pode ser um anormal! Uma pessoa normal, daquelas que vivem com os pés assentes na Terra e ligados fisicamente ao mundo real, seria incapaz de lançar uma ideia tão disparatada como esta! Aliás, o limite de 50 já é disparate suficiente! São daquelas soluções típicas de cérebros-de-mexilhão! Anormais, portanto! É uma generalização e todos sabemos que generalizar é um procedimento errado e pouco inteligente. Excepto quando se escreve num blog onde impera o disparate, claro. As cidades, vilas e aldeias, apanhadas no mesmo saco das localidades, são seres urbanos pouco homogéneos. Ora há ruelas apertadinhas, ora há zonas residenciais, ora há vias em formato auto-estrada, ora há percursos sinuosos, rectas sem fim, subidas íngremes, curvas perigosas, escolas, desertos, passeios mais largos que a estrada, passeios assim-assim, sem passeios, hospitais, mercados, circulação intensa de peões, sem peões, etc. Andar a não mais que 50 numa auto-estrada e poder andar a 50 numas certas curvas de umas certas localidades, são situações só possíveis quando o país em que vivemos é reinado por completos anormais! E não venham com aquelas parvoíces das “Zonas 30 km/h" e "Zonas residenciais multifuncionais", porque a escolha destas zonas vai ser feita do mesmo modo inteligente com que são deixados os limites de 30 esquecidos durante vários anos depois das obras, ou como são colocadas as placas nos cruzamentos e bifurcações. O que adoro, mesmo, mesmo, mesmo, é um sinal de limite de velocidade de 10 km/h no meio de uma estrada larga, recta, deserta, de visibilidade alentejana, no meio de nenhures, sem vivalma por perto. São os gajos que metem placas assim é que vão andar a escolher zonas disto e zonas daquilo. São anormais, pronto! Raios os partam! É mais um número! Depois hão-de ir para a televisão, inchados da tripa cagueira, vangloriarem-se de mais um número: o trinta! Ah e tal, porque nós é que inventámos o trinta! Porque, antes de nós, saltava do vinte e nove para o trinta e um e era do caraças, morriam milhões nas estradas, e ah e tal. Ah, cambada de merdongas! pickwick
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publicado por pickwick às 22:48
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