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Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007
A Festa do Mundo
Após intenso, minucioso e longo período de meditação, eis-me nos finalmentes da minha fantástica proposta de alternativa ao Natal. Mais que uma alternativa, seria uma substituição plena dessa retrógrada comemoração de rabanadas e gorduchos. Chamar-se-ia “A Festa do Mundo” e teria, como fundamentação, o cada vez mais mundo global em que vivemos, onde impera a necessidade de sermos todos irmãozinhos e bons rapazes e boas raparigas, especialmente boas raparigas, porque as feias não são bem-vindas. Em vez de uma comemoração baseada nesse ser mítico que é a família unida e com saudades uns dos outros, ou no esbanjamento patético de dinheiro e alimento, “A Festa do Mundo” reporta-se à diversidade mundial e ao amor inter-racial e inter-cultural que se quer entre os povos. Assim sendo, aqui fica o plano:
1. Cinco dias seguidos de comemorações, sendo que, entre estes, os dias de semana devem ser promovidos a feriados mundiais.
2. Os cinco dias do ponto anterior, terão início a vinte e quatro de Dezembro e terminarão a vinte e oito do mesmo mês e do mesmo ano (não vá alguém querer emborrachar-se durante um ano seguido às custas disto).
3. A cada um dos citados cinco dias, corresponderá um continente: África, América, Antártica , Eurásia e Oceania. Ou seria, antes, África, América, Ásia, Europa e Oceania? Ou será África, América, Antártida, Ásia, Europa e Oceania e são seis em vez de cinco? Bem, que se lixe. Malditos acordos geográficos! Fazemos assim: a África é a dos gajos escuros e dos leões; a América é dos malucos a norte, dos pistoleiros ao centro e da picanha ao sul; a Ásia é do incenso e dos tigres; a Europa é dos tarados; e a Oceania é dos cangurus. O resto não interessa. E não se fala mais nisto.
4. Distribuídos os cinco continentes pelos cinco dias, cada um deles deverá ser vivido dentro do espírito do continente respectivo, numa comunhão de cultura, raças, gastronomia, amor e muito fogo.
5. Essa comunhão poder-se-á traduzir, por exemplo, em:
a) Festival de gastronomia, onde cada participante pode experimentar a feitura de variadíssimas receitas tradicionais.
b) Desfiles de vestuário tradicional (só gajas, please).
c) Desfiles de vestuário moderno (só gajas, mesmo).
d) Desfiles de biquinis tradicionais (obviamente).
e) Festival do Filme Porno (não havendo tradutor, não há crise), para divulgação de artistas e obreiros e, quem sabe, potenciar a exportação massiva de obras.
f) Feira do Livro Erótico, com as várias traduções das obras de referência, incluindo a BD, sendo que esta deverá reflectir as tradições do país de origem.
g) Festival erótico de divulgação das especialidades locais, sendo premiadas quaisquer inovações ao descrito no Kama Sutra.
h) Contratação de strippers indígenas para actuações ao vivo, sendo obrigatório iniciar cada sessão com vestuário tradicional do país de origem.
i) Festival da Cerveja (aceitam-se marcas brancas, pretas e amarelas).
j) Contratação de meretrizes indígenas para proporcionar, aos mais ousados, a experiência fantástica do sexo bi-cultural e bi-racial. 
Cinco dias por ano de folia intensa e aproximação dos povos! E promulgue-se, carago! pickwick
publicado por pickwick às 21:33
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