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Quarta-feira, 21 de Março de 2007
Sandy, que tal ires ao Brasil?

Já ando para escrever sobre esta mulher há uns tempos, mas o frio que se tem feito sentir nos meses pretéritos não tem proporcionado ambiente adequado. Veio o sol, mas já está de partida, pelo que sobra o aquecedor para amenizar as agruras. Bom, vamos à Sandy. Obviamente, Sandy é um nome de código para esconder a identidade de uma colega de trabalho. Tenho que começar a precaver-me, não vá o diabo tecê-las e lixar-me a vida ao virar da esquina do tempo. A Sandy é uma moçoila dos seus 30 anos, mais coisa, menos coisa, de uma elegância irrepreensível, cuidada, bem trajada, pé ligeiro, óculos, cabelo ondulado… enfim, bem conservada. É mãe de duas crianças, cuja idade desconheço, pois não sou de andar a perguntar às minhas colegas que idade têm os filhos nem o que vão jantar logo à noite. Volta e meia traz saia, o que é muito simpático da parte dela. Podia ser ainda mais simpática e trazer uma saia acima do joelho, mas, pronto, não se pode ter tudo. A Sandy, apesar de todos estes atributos, tem um problema físico que me faz questionar:

1. Como raio é que um homem se agarra àquilo numa noite de muito entusiasmo e aromas sensuais?!

2. Como raio é que aquela mulher deu de mamar às crianças?!

Ou seja, para ser curto e brejeiro, a Sandy é desprovida de uma dimensão mínima de mamas. Seios, portanto. Nada! Tábua! Planície! É impressionante. Hoje, aproveitei o facto de ter passado a tarde inteira com ela – e com mais meio mundo – para investigar se as minhas teorias sobre a sua superfície peitoral se confirmavam. Aproveitei o facto de ela vir com umas calças de ganga justas, vislumbrando-se um corpo perfeito com as curvas nas medidas exactas, um casaquinho preto daqueles a imitar o fato de casamento dos machos, e uma camisa branca como a cal. A camisa branca, para gáudio do único gajo omnipresente nas mesmas reuniões que ela, era dotada de um decote muito generoso, ajudado pela forte goma do tecido. Por entre a abertura, e para além da prancha de pele e ossos, surgia o que parecia um soutien. Daquelas coisas que as gajas usam no peito para evitar que as mamas cheguem ao umbigo antes dos 25 anos. Obviamente que não me meti para ali com os olhos a saltar-lhe para dentro do decote, até porque à mesa estavam mais nove gajas. Mas deu para ficar com a ideia que o soutien seria de medida escandalosa: tipo tamanho zero e copa zero e coiso zero. Tipo paninho de algodão só para enganar o olho dos curiosos. Como eu ser careca e ir para a piscina de touca. Daqui a algumas semanas, dado que a Primavera chegou hoje, a Sandy aparecerá mais aliviada de roupas e poderei averiguar com mais rigor o volume (ou não) peitoral, do qual darei crónica aqui neste blog se tal merecer algum destaque. Vim embora, ao final do dia, com a quase convicção de que deveria convidar a Sandy para uma conversa a sós, longe dos ouvidos das demais trabalhadoras, no decorrer da qual lhe facultaria aconselhamento estético gratuito, sugerindo-lhe, com toda a franqueza, que se metesse num avião da Varig e fosse ao país das brasucas mamalhudas fazer um daqueles tratamentos miraculosos que incham as mamas até estas flutuarem como balões cheios de hélio no meio de uma tempestade tropical. Até lhe poderia fazer algumas sugestões relativas à dimensão, apresentando, com rigor científico de décadas de atenta observação, prós e contras desta ou daquela medida. Eu gosto de ajudar. É bonito. Especialmente quando está em causa a estética, o bom gosto, a satisfação pessoal da mulher, a satisfação geral do pagode, e sensação de bem-estar de quem sente qualquer coisa a baloiçar no peito. Sandy, que tal ires ao Brasil? Num mês, vais, voltas, habituas-te e entras no mês de Maio com um olhar à matadora e o guarda-roupa completamente renovado. O teu marido agradece, eu agradeço, e acho que até o porteiro agradeceria. E o Filipe também. E o Cláudio até era capaz de uivar! O Cláudio passa a vida a uivar, bastando que lhe venha à memória visual a imagem daquela tontinha da Sónia Araújo, mas acho que passaria a uivar só de te ver. pickwick

publicado por pickwick às 21:47
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1 comentário:
De Sara a 23 de Março de 2007 às 15:50
Mas qual clínicas brasucas qual quê?!
Obviamente q tenho de discordar. O que é natural, ainda q com alguns senões, vale mais do q qlq perfeição artificial.
Há smp limites.O teu amigo certamente q tb não pediria, nem por sombra, à Betty Grafstein para encarnar na Sónia Araújo nem q fosse por um só dia. E a razão é bem óbvia: não tinha pinta
nenhuma!
Bjnh

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