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Terça-feira, 10 de Agosto de 2004
Fora do igual
Ontem foi dia de cinema aqui chez moi. Não à letra, porque tive de me deslocar dezoito quilómetros para chegar à sala, mas é como se fosse. O filme não interessa muito, se bem que me fartei de rir, o que é bom, porque olhar aqui para as paredes de casa e desatar a rir não seria um bom sinal. Mas posso dizer qual era o filme. Era “Mulheres Perfeitas” e pecava pela falta de mulheres jeitosas. Contradição? Quiçá! Ainda a única que escapava era a Nicole Puto-Homem, mas… é daquelas que quanto mais produzida mais artolas parece. Enfim. Comigo – ou eu com elas – foram duas mocinhas. Idades pouco acima dos vinte, corpinhos elegantes e desengonçados, muita energia… uma delícia de companhia! Uma delas já conhecia, nome de código Gata (já foi referenciada num post qualquer atrás, embora sem nome de código e muito menos nome), e foi com esta que combinei. Ela insistiu em levar a amiga, nome de código Alfa India. Hum, isto não fica nada bem. Que raio código… do que eu me fui lembrar! Deve ser por ela ter ido com umas calças tipo militar (ou caçador de búfalos). Pronto, não me ocorre outro, fica este. Ora bem, Alfa Índia é que é uma coisa séria. Estudante de Engenharia Foxtrot (foxtrot é o nome de código da engenharia que ela estuda, como se depreende), calha que seja colega de curso do meu irmão, na mesma universidade, embora não se conheçam um ao outro. É uma miúda muito fora do igual, facto que me trouxe muita alegria, porque é sinal que ainda há esperança neste mundo. De quê, não sei, mas há esperança. Temos então ali uma mocinha extremamente inteligente, muito culta, muito simples, simpática até chorar por mais, curiosa q.b., bonita, elegante, não é loira, tem uma borbulha enorme na bochecha esquerda, e é muito, mas muito, mas mesmo muito delicioso conversar com ela. Voa-se! Não sei explicar. Não é o mesmo que ter uma mistura de dois monólogos. Ʌ é como entrelaçar os dedos das mãos!… É lindo!… Bom, depois, esta mocinha tem todos aqueles atributos provenientes da caixa encefálica (escuso-me de comentar os atributos físicos, porque os dela encaixam que nem uma luva na minha idealização da mulher perfeita) que fazem com que um labrego como eu fique completamente fascinado, de beiço caído, atordoado, mas sorridente. Porque estas coisas são lindas, e são o que nos fazem acreditar que o mundo é realmente bonito para além das montanhas e das cascatas. Em resumo, olhar para ela, naquela simplicidade tão rica, só me dá vontade de sorrir. A viagem de volta para casa foi de sorriso nos lábios. Soube bem. O mundo é belo! pickwick
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publicado por riverfl0w às 22:25
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