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Domingo, 30 de Janeiro de 2011
Palito tangerina – parte 2

Conversa havida no MSN, após recepção de uma SMS no telemóvel identificando o remetente como sendo a original e única “Palito tangerina”:

 

Pickwick – Não percebi a parte do palito, nem a parte da tangerina... isso é um desafio?

Margarida – É!! Se é! A outra não é a palito-meloa? Eu não tenho meloas, mas tangerinas! Sim?

Pickwick – Tens tangerinas????

Margarida – Tenho!

Pickwick – Mau... Assim tangerinas tangerinas, ou tangerinas laranjinhas?

Margarida – Tangerinas mesmo!

Pickwick – Estás a querer dizer-me que tens maminhas pequenininininhas do tamanho de tangerinas?

Margarida – Exactamente!

Pickwick – Achas bonito dizeres isso assim, dessa maneira tão... tão.. a seco?

Margarida – Pois, tens razão. Devia dizer-te : " Olha tenho um segredo para te contar! Tenho uma árvore dentro de mim, que dá tangerinas!"

Pickwick – Estás a arranjar lenha para te queimar... estás estás...

Margarida – Euuuuuuuuu??? O fogo fascina-me!

Margarida – Gostava de ter sido bombeira!

Pickwick – (abasteceste o frigorífico outra vez com minis, não foi?)

(…)

 

Nota da redacção: no longínquo primeiro dia do mês de Outubro do ano de dois mil e nove, num post intitulado “A crise do casamento”, fiz referência a uma colega de trabalho a quem, por pura necessidade técnico-linguística, chamei de “palito-com-meloas” (http://arautosdoestendal.blogs.sapo.pt/117712.html).

 

Nota do autor: lá mais para o verão, espera-se ansiosamente pela oportunidade de verificar, no terreno, qual é, de facto, o fruto associado ao palito em causa; porque, tal como diz o ditado popular – e muito bem -, há “sempre duas faces da mesma tangerina”... ou, “do mesmo fruto”… isto é, um fruto pode, aos olhos de alguém, parecer uma nêspera, enquanto que, aos olhos de outrem, parecer uma melancia encharcada em hormonas de crescimento... ou um Zeppelin trancado pelas amarras cruéis de um maléfico sutiã... ou um caroço de azeitona mirrado… ou… ou… ou é melhor ficarmos por aqui, está bem? Obrigado! pickwick

publicado por pickwick às 23:30
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Palito tangerina – parte 1

Receita: descasque-se uma tangerina, deitando-se fora o sumo; coloque-se a casca a rebolar-se em açúcar no fundo de um tacho até a casca parar de gemer de prazer e começar a uivar desafinadamente; com a varinha-mágica (pode ser uma daquelas eléctricas, se não tiver daquelas como o Harry Potter), triture-se o conteúdo do tacho, até ficar uma pasta com ar asqueroso; polvilhe-se com canela em pó, sem cobrir por completo; retire-se a pasta e coloque-se numa tábua; com as mãos, role-se a pasta pela tábua até fazer um rolinho fininho; corte-se o rolinho fininho em pedaços com cerca de 7,82 cm de comprimento; com um canivete de cabo verde, afie-se as pontas de cada pedaço de pasta em forma de rolinho; disponha-se os pedaços afiados num prato; quando os convidados ou familiares aparecerem e perguntarem que raio de porcaria é aquela, responda educadamente: são palitos tangerina!, seus ignorantes! pickwick

publicado por pickwick às 23:08
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Sábado, 29 de Janeiro de 2011
A decadência do império

À semelhança de anos anteriores e mantendo uma tradição com mais de uma década, a passagem de ano 2010-2011 foi protagonizada na Serra da Estrela. Isto dito assim, até parece que costumo alugar uma cabana encravada numa encosta serrana, com todas as condições conseguidas pela civilização: frigorífico para o champanhe, banho quente com hidromassagem, sofás, TV plasma com acesso via satélite, cozinha equipada, aquecimento central, lareira (para a fotografia), isolamento térmico, janelas com vidros duplos, alpendre para apreciar o pôr-do-sol, cagadeira da Roca, micro-ondas, forno típico a lenha, lava-loiças com água quente, e por aí fora. Ou não.

 

Bom, a verdade é que, por uma questão de tradição, a cabana foi apenas um toldo de plástico. A 1700 metros de altitude.

 

Há pequenos sinais que indicam a proximidade da “decadência do império”. Nesta passagem de ano, em particular, abundaram os sinais!

 

1. Começou logo com uma travessia atribulada de um ribeiro de água fresca e furiosa, acabadinha de brotar das profundidades da montanha. Parecia que tudo escorregava. Lá vai o tempo em que a malta não se quedava a sondar os calhaus e fazia-se ao leito sem se incomodar em molhar o pezinho. Infelizmente, já vamos na fase em que tentamos atirar a mochila para a outra margem e damos a mãozinha a alguém com menos idade que nos ajude a saltitar delicadamente de calhau em calhau.

 

2. De seguida, sofri um profundo ataque de Alzheimer, quando quis reencontrar um trilho que nos levaria ao destino. Apesar de já ter feito o dito duas vezes em 2010, aparentemente como que desapareceu do terreno. Após mais de duas décadas a calcorrear a Serra da Estrela no inverno, de mochila às costas, um gajo simplesmente tem um varrimento de memória e não encontra um caminho. É triste.

 

3. A montagem do abrigo para passar a noite sempre foi aquela aventura bem sucedida, seja a chover, a nevar, de noite, com ventania, com gelo, com frio, com tudo. E sempre – mas sempre! – o abrigo ficou um luxo, com paredes, impermeável, aguentando tudo e mais alguma coisa e proporcionando um conforto impensável. Desta vez, era só mesmo o terno pôr-do-sol, sem qualquer agrura da natureza. Ainda assim, o abrigo ficou uma coisa esperta, desengonçado para um lado, sem portinhola à maneira, sem fio para pendurar as cuecas e as lanternas. Ficou tão mal feitinho, que acordei às 4h da madrugada com as costas todas ensopadas (idem para o saco-cama), e nem sequer chovia.

 

4. Durante alguns anos, protagonizámos uma excepcionalmente bem conseguida técnica de proporcionar calor e luz dentro do abrigo, recorrendo a um prato metálico, cera de velas e um grande saco de amendoins. É algo tecnicamente muito à frente, pelo que me escuso de entrar em pormenores. Desta vez, quisemos ir um bocadinho mais à frente, e acabámos todos intoxicados com a fumarada, sem vermos um boi à frente do nariz, tendo que abrir as fraldas do abrigo para sair o fumo e entrar o gelo da noite.

 

5. Para animar a malta, decidimos evoluir no que diz respeito ao conceito e métodos para refrescar as bebidas para o jantar. Habitualmente, as garrafas ou ficam a refrescar naturalmente ao ar gélido da noite, ou metemo-las na neve ou num ribeiro. A tentativa de evolução passou por colocar as garrafas no ribeiro, presas com um longo fio de sisal cuja outra extremidade ficava à entrada da tenda. Testámos a técnica, inclusivamente filmámos o teste, em jeito de Bear Grylls, com a garrafa a deslizar suavemente desde o ribeiro até à entrada do abrigo. Pena que, na altura devida, em pleno jantar, a garrafa encalhasse no primeiro tufo de vegetação, sendo necessário sair do abrigo descalço para dar uma corridinha e desencalhar a dita cuja, resmungando com o fracasso da técnica.

 

6. Todos os anos, a vida em campo acaba mais cedo. Assim que anoitece profundamente, metemo-nos no abrigo, assamos as chouriças, esvaziamos os tintos e as cervejas, petiscamos mais qualquer coisinha e, eventualmente, jogamos qualquer coisa. Na falta de jogo, batemos uma sestinha até tocarem os despertadores a poucos minutos da meia-noite. Ora, desta vez, não houve despertadores. Não sei porquê. Pode ter sido do fumo que nos deixou atordoados. O resultado, contudo, resume-se em poucas palavras: às 10h da manhã do dia 1 de Janeiro, quando finalmente acordámos todos, abrimos o champanhe, fumámos os charutos e festejámos o novo ano de 2011, como se fosse a coisa mais natural deste mundo.

 

Estes sinais são, sem dúvida, o indício de que se aproxima velozmente o fim do “império”. Foram situações que revelam decadência pura. Dantes, não éramos assim! Dantes, havia para cima de uma dezena de garrafas de líquidos poderosos, como uísque, Pisang Ambon, licor disto e daquilo, mais uísque, e por aí fora. Hoje em dia, é cerveja, um tinto para disfarçar, e só não levámos sumo porque aí seríamos até enxovalhados pelas vacas que pastassem por perto! pickwick

publicado por pickwick às 22:02
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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011
Insólito - Os bodes prostitutos

Consta, por aí, que o Director-Geral da Administração Interna (Paulo Machado) e o Director-Geral da Administração Eleitoral (Jorge Miguéis) pediram a demissão, na sequência de um pretenso escândalo que envolveu a impossibilidade – ou, pelo menos, uma grande trapalhada – de milhares de eleitores exercerem o seu direito de voto nas Presidenciais 2011.

 

Porque, ah e tal, da tromba de água.

 

Os dois pedem a demissão porque, ah e tal, fizeram asneira. Obviamente que ninguém, hierarquicamente acima destes, fez o arranjinho para que tivesse acontecido o que aconteceu. Obviamente.

 

Mas, entremos de pantufas no capítulo do insólito e da hipótese. Vamos lá!

 

Suponhamos que a trapalhada toda foi planeada superiormente. Suponhamos que foi uma jogada bem planeada, com efeitos previsíveis e de feição para o Governo Sócrates.

 

Suponhamos que este duplo pedido de demissão também fazia parte do plano, como que para limpar suspeitas a montante dos directores-gerais e arrumar o assunto com uma pintarola à campeão.

 

E por que raio haviam os dois de se deixar queimar desta maneira tão inglória?

 

Suponhamos que há um esquema de redistribuição de riqueza, favores e poleiros, dentro de uma comunidade grande (embora restrita), que permite que esta queimadela seja facilmente superada através de uns milhares de euros na conta bancária e de um percurso político-profissional jeitosinho.

 

Ou seja, suponhamos que os dois senhores directores-gerais se disponibilizaram para fazerem de bodes expiatórios desta trapalhada toda, a troco de uma quantia generosa de dinheiro, e de uns distintos poleiros numa qualquer administração – daquelas que parecem uma praga de coelhos, tal é a velocidade com que se reproduzem e enchem os campos.

 

Obviamente, as contas bancárias portuguesas são blindadas propositadamente, pelo que seria impossível verificar se isto é um “supúnhamos”, ou nem por isso.

 

Obviamente, os jornalistas portugueses estão estrategicamente impedidos de seguirem atentamente o percurso futuro destes dois senhores, pelo que um até pode vir a ser o manda-chuva da EDP e o outro da Águas de Portugal, que órgão de comunicação social algum dará conta disso.

 

Dentro destas suposições todas, é caso para dizer que estes dois senhores seriam bem apelidados de “bodes prostitutos”, isto é, que aceitam ser bodes expiatórios a troco de algo.

 

Ainda bem, para o nosso país, que isto são apenas suposições… pickwick

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publicado por pickwick às 22:48
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O sonho erótico e a tortura

É muito raro eu sonhar. Acordado, é diário, mas, enquanto durmo, é raro. Mas, aconteceu na noite passada. Ainda por cima, um sonho erótico. Ou seria um pesadelo?

 

Não tem muito que contar, até porque o Alzheimer está sempre a dar-me cabo dos esquemas, mas, em traços gerais, foi assim:

 

- De repente (nos sonhos, parece que há sempre um “de repente” que é quando começa a brincadeira), estava eu num apartamento velho e acanhado, não sei bem onde.

 

- Aparentemente, estava lá de passagem, pelo que presumo que fosse algo tipo hotel.

 

- No mesmo apartamento, estava lá uma colega de trabalho, de nome Fifi (código, claro).

 

- A Fifi, é uma jovem trintona, magra, de peito generoso, mãe de filhos, casada, que tem um problema de dicção quando tem que pronunciar palavras com “r”.

 

- A Fifi estava feita atrevida, ao ponto de sugerir irmos tomar banho de imersão juntos.

 

- Cheirou-me a coboiada, esfreguei as mãos de contente, ah e tal, banho de imersão… (risada pornográfica mal disfarçada)

 

- Já estávamos todos nus no WC, a encher a banheira, quando ela alerta: mas nada de coiso e tal, está bem?

 

- Vacilei, sem saber se havia de atirá-la pela janela, ou afogá-la na sanita, ou saltar para a banheira e ficar com a água só para mim.

 

- Definitivamente, devia partir-lhe as mandíbulas...

 

- Optei por levar a coisa na descontracção: entrámos os dois na banheira, como quem entra para um automóvel, sentámo-nos, cada qual num extremo da banheira (isto dito assim, até parece que a dita tinha uns dez metros de comprimento), os pezinhos tocavam nas nádegas adversárias, e ah e tal…

 

- Estava eu já a deixar a fase do conformismo forçado, e a começar a ficar ligeiramente irritado com a situação – não havia condições para manter a necessária serenidade -, quando veio uma rabanada de vento mais forte que entrou sem licença pelas gretas do estore e me acordou.

 

Horas mais tarde, passei pela Fifi no trabalho e até senti o estômago às voltas com a alembradura do sonho erótico… Há coisas, sem jeito algum, que um gajo não entende. pickwick

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publicado por pickwick às 00:01
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Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011
Medicina moderna e prazeres reprimidos

Durante o fim-de-semana passado, engendrei um esquema para ir visitar uma povoação encalhada na margem acidentada de um rio, mesmo à saída da Serra da Estrela. Uma área rica em espécies vegetais, pensava eu. Entre o convite a uma colega de trabalho (Lili – nome de código), que também estava interessada em conhecer o local, e o pedido a uma amiga (Sisi – nome de código), para servir de guia, juntou-se ali um rebanho de gente, crianças em esmagadora maioria, sendo que o único exemplar do sexo masculino era a minha pessoa. Sabeis como é: ah e tal, vão as filhas e as amigas das filhas e até uma cadelinha com pilhas não-desgastáveis.

 

Numa breve paragem para apreciar a paisagem, eis que surgiu um discreto momento de descontracção, ali mesmo, rodeados de uma natureza deslumbrante, ao som das águas deslizantes do rio Alva. De repente, a Lili olha para a filha mais velha, quase com o dobro do tamanho dela, e faz um reparo científico sobre a sua postura corporal. Ah e tal, endireita as costas!

 

Bravo!, pensei eu para comigo.

 

A Lili deve ter pressentido a minha exclamação, pelo que aproveitou para debitar para ali algumas preciosas informações, a saber:

 

- A Lili levou a filha ao médico.

- O médico detectou que a coluna da moça não estava a desenvolver-se da melhor forma, mercê de um abuso de posturas incorrectas.

- Havia que combater esse abuso.

- Medida um: a Lili registar, em suporte papel, todas as ocasiões em que detectasse a filhota em posturas incorrectas.

- Medida dois: a filhota começar a usar uma mini-saia extremamente curta, que a fizesse andar de costas direitas para que não se vissem as cuecas. (a rapariga tem 15 anos)

- Medida três: a Lili encurtar ainda mais a mini-saia já extremamente curta da filhota, para que esta se sentisse ainda mais forçada a endireitar as coisas. (apesar de 15 anos, a rapariga já vai, à vontade, nos seus 175 cm de altura)

 

Estava eu ainda a começar a abrir a boca de espanto, tanto pela inovação científica das medidas, como pela figurinha que a filhota haveria de fazer… quando a Sisi fez uma intervenção… como direi… inesperada, vá!

 

Com um sorriso rasgadíssimo, quase em bicos de pés e a deixar escapar um ligeiro estremecimento corporal, exclamou a Sisi: ah e tal, no meu tempo é que não havia médicos assim!, senão eu podia ter ido logo para casa dizer aos meus pais que era receita médica, e tal…

 

(“e tal”, é como quem diz que os pais não gostavam muito da ideia de a Sisi andar de mini-saia, pelo que teve que passar a sua adolescência e, quiçá, parte da vida adulta, a trajar-se de forma conservadora)

 

De facto, eu já tinha reparado, noutras ocasiões, que a Sisi tem um prazer incontrolável em se apresentar de mini-saia, para gáudio de espectadores atentos. Mas, daí até isso ter sido um prazer reprimido durante anos… Upa! Upa!

 

E, pergunto eu, que prazer misterioso é esse, que assiste a algumas mulheres?

 

Será exibicionismo? Excesso de calor abaixo da cintura? Maior facilidade de movimentos para subir escadas de três em três degraus? Austeridade têxtil? Paixão por cintos largos? Gosto em sentir-se sensual? Ou, simplesmente, adora ver os olhinhos masculinos a darem reviravoltas dentro das órbitas? pickwick

 

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publicado por pickwick às 22:25
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