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Quinta-feira, 29 de Julho de 2004
O spiderman fez-me chorar... quase…
A ouvir, na voz de João Vaz

O meu blog dava um programa de rádio - Rádio Comercial

 

Há momentos em que um homem deve despir-se de preconceitos e enfrentar as luzes. Eu, decididamente, prefiro aqueles momentos em que um homem se despe para enfrentar a penumbra de um quarto onde, perfumando o ambiente, uma cama alberga o corpo ansioso de uma diva. Isso sim, é que é de valor. Na falta disso, bom, pode despir-se dessa cena dos preconceitos e… enfim… Por isso, aqui estou. Preparado para ser crucificado após as revelações que se seguem. Então, consta-se que, outro dia, após um mui bem regado jantar, fui ao cinema para ver algo. Tipo o anúncio do Ambrósio e da Senhora. Apetecia-me algo. Acontece que as horas passaram, em cima do farto manjar, e a sessão cinéfila transformou-se na sessão da meia-noite-e-troca-o-passo. Ora, como é do conhecimento geral, o sono e o tinto são compinchas inseparáveis, à excepção daqueles momentos em que se separam, claro. Eis-me, pois, num esforço supremo para manter o equilíbrio, às portas do cinema com N filmes e outras tantas salas para escolher. O leque é irritante. É só porcarias. A única coisa que soa a conhecido é mesmo o filmezão do homem aranha. O dois. Bem, a verdade é que àquela hora, só sobrava mesmo aquele belo exemplar. E lá fui. Entrei, sentei e vi. Não me recordo muito bem da estória, se é que havia uma, nem dos saltos do tipo sempre dependurado numa teia nojenta. O que me recordo, sim, foi de fazer outro esforço supremo, desta feita para conter as lágrimas. É escusado tentar lembrar a que propósito foram as lágrimas. Se calhar não tinham nada a ver com o filme, ou talvez sim, ou talvez morangos com chantili. Vai-se lá saber. Mas o que é certo, é que foi um belo momento de fraqueza que esteve na origem desta atitude pouco máscula e dignificante. Só podia. Palpita-me que tem algo a ver com mulheres. Se era a avozinha do Pedro, ou a candidata a namorada insatisfeita do Pedro com beiço de carapau, ou alguma mulher por quem eu possa estar inevitavelmente apaixonado sem o saber, não sei. Mas, caramba!... Um gajo só chora por causa de duas coisas: ou uma cebola ou uma mulher. pickwick
música: ‘We Are’ – Ana Johnson (Banda Sonora Spiderman 2)
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publicado por riverfl0w às 01:18
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(Por) Fora

Caros leitores:

Lamenta-se a falta de aviso, mas nos últimos dias fui mudar de ares. Tocar à trombeta para outros lados... porque um arauto, uma vez por outra, também tem que mudar de poleiro.
Retomarei brevemente aos delírios sem interesse a que vos tenho habituado, é uma promessa.

Saudações fraternas,
riverfl0w

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publicado por riverfl0w às 00:37
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Domingo, 18 de Julho de 2004
Doce Nostalgia

Estava à procura de umas coisas de Matemática nos arquivos mais antigos. Não encontrei o que queria, mas encontrei uma pasta castanha, A4, um pouco comida pelo tempo. Cá fora estava escrito: A minha primeira composição.

"André Spencer Coelho
Lisboa, 29 de Maio de 1992

Eu vou passiar ao parque.
O Fernando vai fazer uma corrida de cavalos.
O cavalo do Luís passou para o quarto lugar.
Mas veio o André a galopar no seu cavalo e passou o Luís.
O António vai a passar, vê aquilo e fica de bouca aberta.
O Jorge que viu as corridas riu muito até ficar careca."

A vida era simples, bela. riverfl0w

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publicado por riverfl0w às 23:00
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Quinta-feira, 15 de Julho de 2004
Nem de propósito

Hoje, às 18:25, fomos honrados com a ilustre presença de um congénere brasileiro que chegou através do seguinte link:

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&ie=UTF-8&q=%22anatomia+do+porco%22&meta=

Uma vez que é um assunto que desperta interesse à escala internacional, os Arautos orgulham-se de apresentar o resultado da sua pesquisa:



Obrigado a todos os que nos visitam à procura da Anatomia do Porco, este blog não faria sentido sem vós. riverfl0w

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publicado por riverfl0w às 22:54
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Língua Portuguesa

O muar

pobre
solípede
solipsista
assolapado.
em solilóquios
abastosamente
faz-se abarroado.
sonhando-se alfaraz
é apenas, por alcançadura,
acurvilhada e alcachinada alimária,
reles abochonhado animal aguachado.

Alexandre Monteiro
7 de Julho de 2004, em No Arame
(poema acerca de Durão Barroso)

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publicado por riverfl0w às 15:11
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Quarta-feira, 14 de Julho de 2004
A minha empregada
“A minha empregada” é uma empregada doméstica. Convém esclarecer desde já que eu não tenho uma empregada doméstica. Nem empregada, nem doméstica. Vivo sozinho, para paz e repouso dos meus neurónios. Não há necessidade de ter uma, a bem dizer. Gajo que é gajo, tem a casa numa desordem todos os dias, à excepção daqueles raros dias em que uma donzela arrisca a visita aos aposentos, coitada, e aí o gajo que é gajo toca a esconder as garrafas de cerveja e de vinho vazias acumuladas pelas farras dos últimos meses, bem como guardar a mangueira que usa para lavar a loiça no meio do chão da cozinha (para aproveitar e lavar o chão). Este post diz respeito, esclareça-se, às gajas, também conhecidas por mulheres, que têm uma empregada para fazer o serviço doméstico. E é sobre este fenómeno que pretendo divagar. Começo por mostrar a minha compreensão para com as ditas cuja vida profissional é intensa e que, a somar a isto, têm ainda a seu cargo uma casa onde também vivem uns filhos que só sujam e desarrumam, e um marido que é menos porco que os filhos mas que, ainda assim, não dá uma mãozinha nas lides. Como ser humano que é, esta mulher tem direito a uma pausa no final do dia, no final da semana, e a única maneira de gozar desse direito é contratar alguém que lhe alivie a carga de trabalho doméstico. Têm toda a minha compreensão e apoio. São muitos pratos para lavar, um chão sempre a ficar sujo, pilhas de roupas para maquinar e passar a ferro, coisas e mais coisas para arrumar, etc. O mesmo não se passa com as mulheres que não têm filhos, que não têm marido, vivendo sozinhas, portanto, e que publicitam a vida difícil que não têm mas que querem fazer crer que têm. É a básica justificação para contratarem uma empregada doméstica. E isto, eu não compreendo. Falo mais concretamente de mulheres cujo horário de trabalho até é muito suave, não perdem 2 horas em cada viagem para o emprego, e que tinham perfeitamente tempo para ter sempre tudo em ordem. Mas não. Queixam-se, a vida é muito difícil, e ainda por cima até têm uma máquina de lavar loiça! Como é que alguém pode ter uma máquina de lavar loiça, vivendo sozinho? Isto, na minha terra, e perdoem-me as visadas neste post, chama-se preguiça. Só pode! Falo de pessoas que, para além do seu trabalho, não têm rigorosamente mais nenhuma actividade extra-profissional, como seja participar numa associação qualquer ou algo parecido, que envolva disponibilizar boa parte do seu tempo de descanso em prol dessa associação. Só me vem à cabeça a palavra preguiça, mesmo. Não queria enveredar pelo termo “pobreza de espírito” que esta situação me traz ao pensamento, mas confesso que termino este pensamento com precisamente esse termo. Pobreza de espírito. pickwick
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publicado por riverfl0w às 08:33
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Terça-feira, 13 de Julho de 2004
Inconfidências

Excerto real de uma conversa entre riverfl0w e pickwick, há cerca de 5 minutos atrás:

riverfl0w - Fui verificar como é que as pessoas vinham parar ao nosso blog. Para além de links noutros blogs, houve quem procurasse no Sapo e no Google por:
"show pinheiros lacrau"
"duracell falso"
"mini filmes de salsa"
"defeitos do fiat punto"
"processos do fiambre"
"propaganda pilhas duracell"
e...o melhor
"imagens chocantes de gajas"
pickwick - Isso merece um post, ó pá!
riverfl0w - Pois merece.
pickwick - Chocantes? Gajas??? Muahahahahha! A parte das gajas é culpa minha, só pode!
riverfl0w - Só? Lacrau é teu, duracell também é teu, tens lá num texto.
pickwick - Poxa!
riverfl0w - Salsa, é teu, quando falas de comida...
pickwick - (envergonhado)
riverfl0w - Fiat Punto é teu, fiambre é teu, duracell de novo, e gajas. É tudo teu.... l0l
pickwick - Sinto-me mal, sou um atractor de disparates.
riverfl0w - Vá, agora tens de pedir desculpa aos leitores.
pickwick - Pedir desculpa?
riverfl0w - Sim, por teres feito publicidade enganosa, ou qualquer coisa do género.
pickwick - Poxa! Preciso de um buraco onde me meter... mas recuso-me a sentir-me culpado. A culpa é do google. Do google... e das gajas... sacanas! Eu só queria desabafar o atrofio diário em que me colocam as mulheres bafientas deste mundo reboludo!
riverfl0w - l0l! É pedir desculpa com piada, não é pedir desculpa a sério! Quero lá saber que eles se enganem!
pickwick - Isso, gosto da atitude. Que se lixem! Então é pedir desculpas a fingir?
riverfl0w - Claro!
pickwick - Gosto da ideia! Tipo... pedimos desculpas pelo inconveniente... o espectáculo regressa dentro de segundos. Hum... nã, não me parece.
riverfl0w - Tipo... aos estimados leitores que vieram aqui parar por portas travessas...
pickwick - ahhhhhhhhhhhhhhhhh! Travessas? Não me fales em comida!
riverfl0w - Pedimos desculpa pelo falso alarme, mas... não vendemos pilhas Duracell.
pickwick - Poxa, esquece isso, não vou pedir desculpa! Também já fui parar a um site com a Anatomia do Porco quando estava à procura da receita de Lombo de porco assado com batatas, e ninguém me pediu desculpa!

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publicado por riverfl0w às 23:37
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Os chateados
Estar chateado deve ser moda. Sei lá, um sinal intelectual. De um intelecto capaz de reagir e ficar chateado. E intelectos para todos os níveis, desde o mais pobrezinho de espírito que chora baba e ranho colado aos mais incríveis programas SIC/TVI, até aos que gerem diariamente os destinos disto ou daquilo, desta ou daquela percentagem da massa humana que forma esta sociedade descrente e irreversivelmente decadente. Estar chateado, para o mortal médio dos dias de hoje, é a postura precedente à birrinha. De birra. Como os putos. Fica-se chateado, assim como para dar início à peça de teatro, para logo de seguida entrar o actor principal e exibir uma birra que incentiva os que sobram deste pavoroso buraco negro do bom senso a enviá-lo bem atado para o meio das mandíbulas de um comprido crocodilo do Nilo. Coitadinho do crocodilo, que não tem culpa nenhuma. Os chateados abundam, caso ainda não haja percepção do facto. Lembrei-me deles com o post sobre o Ferro e a sua saída não sei de onde. Chateadíssimo, está claro. Com a birra da praxe a morder-lhe os calcanhares. Mas o marmanjo que é multado também fica chateado, porque o raio do guarda não tinha nada que estar atrás dos arbustos de radar em punho para o apanhar a deslizar – qual elefante saltitando de nenúfar em nenúfar – a uns ridículos 110km/h num trajecto onde algum paspalho resolveu colocar um limite de 50. Enumerar exemplos seria tarefa para vários meses. Mas eu não estou chateado, ok? Eles que se chateiem à vontade, sejam felizes na birra e se embebedem com o atropelo das queixas e das blasfémias. pickwick
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publicado por riverfl0w às 23:36
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Sábado, 10 de Julho de 2004
10 de Julho

Hoje é um dia deveras importante para a Pátria lusitana. À primeira leitura, assim de relance, poderá parecer que a minha professora da Primária era disléxica e me ensinou que o Dia de Portugal se comemora a 10 de Julho e não a 10 de Junho. Mas não. O problema dela era com os ‘érres’ e não com palavras nasaladas. (À professora Dina, que entretanto emigrou para Inglaterra, uma grande beijoca na eventualidade de passar por aqui por engano).

Enfim, 10 de Julho é também um marco na História de Portugal porque foi nesse dia, nesse mesmo dia, que veio ao mundo aquele que mais tarde se tornou uma figura proeminente da sociedade portuguesa.

Este Homem nasceu no século XX, filho precisamente dos seus pais, sendo esta a primeira de muitas coincidências assombrosas que só podiam prenunciar um futuro grandioso. Aprendeu sozinho a andar, a falar e a fazer bolhas de saliva com a boca, revelando o espírito autodidacta que tão útil lhe seria mais tarde. Teve uma infância assaz feliz, rodeado de jovens flausinas que adoravam cofiar os seus pêlos do peito, razão pela qual grande parte da sua obra literária diz respeito ao sexo oposto.

Aluno aplicado e exemplar, concluiu o 9º ano de Escolaridade aos 19 anos com um “Excelente” a Língua Portuguesa, acompanhado de uma nota de recomendação para a Licenciatura de Técnicas Modernas de Pesca (especialização em Peixes Ósseos) da Universidade de Cambridge.

Os seus conhecimentos nesta área permitiram-lhe, entre outras façanhas, pescar o carapau que tinha engolido o anel de Rose, passageira do Titanic.

É por estas e outras razões, sobre as quais não me vou alongar, que hoje me apraz prestar homenagem a esse grande Homem de nome pickwick. Oxalá esse distinto cidadão continue a passear a sua inteligência, boa disposição, paciência, humildade e criatividade por muitos e longos anos.
PARABÉNS PICKWICK!

riverfl0w

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publicado por riverfl0w às 02:30
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Sexta-feira, 9 de Julho de 2004
Ferro... de saída

Ainda não consigo acreditar no que acabei de ouvir. O nosso Presidente tomou, legitimamente, a decisão de convidar o PSD a apontar o próximo primeiro ministro. Até aqui tudo bem, ou menos mal, dado que a minha opinião é divergente.
Mas a incredulidade assolou-me quando Ferro Rodrigues abriu a boca. A frase "assumo esta decisão como uma derrota pessoal e política" deixa-me perplexo. Será possível que alguém considere sua uma derrota decidida por outrém? Incrível. Isto não pode passar de um alibi. Um alibi para sair pela porta média, antes de sair pela pequena quando já tivesse perdido toda a credulidade como líder. 

PS: Peço desculpa aos estimados leitores que por aqui passam pela violência, arrogância e pretensiosismo por mim demonstrado. Isto é bem mais pacífico nos dias normais.
PS2: Nuno, aqui tens a tua política. Enjoy it. riverfl0w

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publicado por riverfl0w às 21:56
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