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Terça-feira, 27 de Junho de 2006
Tratado das meias
Não sei o que dizer sobre meias cor-de-rosa. Desde que um fulano teve o atrevimento de me sugerir uma camisa cor-de-rosa, a mim, que levava umas calças coçadas e uma barba asquerosa por fazer, tudo é possível. Mesmo assim, continuo a achar que meias cor-de-rosa é mesmo só para gaja. E, há que concordar, fica-lhes muito bem. Aliás, às gajas, sejam miúdas ou mulheres feitas, as meias ficam bem de qualquer cor. Acho. Pois, pensando melhor, há meias que ficam mal às gajas. São aqueles tipos de meia de vidro, de cor azul-a-fugir, que mais parecem os cortinados nojentos e meio transparentes das casas de pornografia barata. Fica assim a ver-se a pele por baixo, meio azulada, tipo uma perna com um torniquete, prestes a ficar inutilizada e a precisar de uma amputação. Mas, pronto, fora essas meias, todas as outras ficam bem nas gajas. Incluindo as cor-de-rosa. É melhor não entrar naqueles pormenores das meias brancas até ao joelho com uma saia axadrezada, tipo “plaid”, ou só até ao tornozelo, de renda, com saia rodada acima do joelho, porque isso deixa-me assim um bocado descontrolado… e a espumar… Ah! Lembrei-me de outro tipo de meias que ficam altamente pirosas: as meias às riscas horizontais multicores. Especialmente se forem até acima dos joelhos, tipo pipi-das-meias-altas. Ah… essa depravada de totós e sardas foleiras! Com bonequinhos, tipo rato Mickey ou os estrunfes, também ficam muito bem, assim curtas, a querer fazer passar um “quê” de sensualidade inocente e teenager. Um tipo de meias que ficam muito bem numa gaja são aquelas de lã grossa, de meia canela, para usar exclusivamente no Inverno rigoroso, e só em casa, com “lingerie” curta, em cima do sofá e ah e tal. Bom, há uma versão destas meias que ultimamente anda na moda e que, francamente, dão tão mau aspecto como um velhote de bengala com umas chuteiras da Adidas calçadas e passear-se no Museu da Vista Alegre. Falo daquelas meias de lã grossa com pitons antiderrapantes. Ou seja, umas bolinhas super-pirosas que evitam aquele prazer milenar de deslizar no soalho lustrado dentro de um par de meias. Uma aberração do comércio, é o que é. Depois, vêm as meias para homem. Ora bem, essas querem-se grossas. Porquê? Para amortecer os pontapés. Não estou a falar em pontapés nas bolas, mas sim noutras coisas da vida. Como gajas, gatos, gatunos e outras coisas começadas com “ga”. As gajas, segundo reza a história, acham que aos homens ficam mal meias brancas e ah e tal, mas nunca as vi a olhar-me para as meias. Não sei quem inventou essa história, mas é um profundo disparate. A meia branca é mais barata, é mais pura, serve para praticar desporto e fica muito bem como pano de limpeza no “cockpit” do veículo. Eventualmente, e aqui fala a experiência, uma meia branca bem enroladinha, em forma de esfera mal feita, torna-se uma excelente bola de micro-basquete, para aquelas noitadas em que não cabe nem mais uma cervejola no bucho. Mas, a parte que mais me impressiona nas meias - e que ainda não sei muito bem se é pela positiva ou pela negativa - é o sexo. Fazer amor, portanto, para os mais pudicos. Sexo de meias, de peúgas, a bem dizer. Os corpos nus, suados, a brilharem ao luar, upa-upa… e… dois pares de meias calçadas. Assim contado, parece um bocado piroso. Especialmente se um gajo se levantar para espairecer e andar a passear todo nu pela casa, pilirau ao pendurão como os pêndulos dos relógios, com um par de meias calçadas. Realmente, assim descrita, a cena parece mesmo pirosa, mas no Inverno o chão está frio e um gajo distrai-se. Lembro-me, muito vagamente, de ter, ao longo da minha vida, dado de caras com outras versões de meia-de-gaja, coisas de meter medo ao susto, de cores indescritíveis e padrões muito enjoativos. Por uma questão de qualidade de vida, fiz-lhes um “erase” no “memory stick”, ficando apenas gravado os esgares de desagrado associados ao choque da vista. Meninas, mulheres deste mundo, por favor, não comprem meias pirosas! Por favor! Não estraguem a paisagem, está bem? Obrigado! pickwick
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publicado por riverfl0w às 23:33
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