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Sexta-feira, 11 de Maio de 2012
Pêra murcha

A Nélia (nome de código) é uma jovem de cerca de trinta anos que colabora esporadicamente com o viveiro florestal onde dedico parte dos meus fins-de-semana. A mãe dela, também colabora e também se chama Nélia (nome de código). Obviamente, mãe e filha partilham o mesmo apelido: Facadas (código para um apelido semelhante). Daí que, quando preciso referir-me a uma delas, tenho sempre que distinguir: Nélia Facadas filha, ou Nélia facadas mãe. Como se um gajo não tivesse mais nada na vida para fazer.

 

Ora, andar a mexer em plantinhas, a meter sementes na terra, etc., que é um trabalho nobre em prol da Mãe Natureza, é uma excelente oportunidade para deitar o olho para o lado. Não devia ser assim, mas é mais forte do que eu. E assim é, de cada vez que partilho o espaço com a Nélia filha.

 

Acontece que a Nélia filha pode ser catalogada numa categoria que eu denomino “pêra murcha”. Não me ocorreu nome melhor para uma categoria, lamento. A Nélia filha, que é uma moça muito fofinha, daquelas que dá vontade de dar umas palmadinhas nas nádegas (é brejeiro, eu sei, mas é daquelas coisas que se sonham e não se fazem), tem uma desproporção corporal que é algo comum nas mulheres: nádegas a alargarem substancialmente e peito mirrado. Faz o efeito de uma pêra murcha, portanto.


Não tenho nada contra, é verdade. Só que, lá está, é daquelas coisas que, ou se gosta, ou não se gosta. E eu não aprecio. Deu-me para isto, agora, já com esta idade. Não lhe falta cintura. Não lhe falta um sorriso muito feminino. Não lhe falta aquela penugem fofinha a descer da nuca para as costas. Mas… menos em baixo e mais em cima, era o que fazia falta.

 

Entretanto, uns quantos espertalhões andam a pressionar-me para ser mais atencioso para com a rapariga. Corre a teoria de que o pai da miúda é que teve a ideia de a meter lá a colaborar: via-se livre da mãe e da filha, já que passavam a vida em casa a azucrinar-lhe o juízo. Teorias. Eu chuto para canto. O facto de me ter passado pela cabeça a inovadora ideia de lhe afagar as nalgas com umas palmadinhas, não implica que lhe queira pegar ao colo e arrancar-lhe as cuequinhas com os dentes. A menos que fosse possível abocanhar-lhe uma nádega e a pressão empurrar alguma chicha até ao tórax… pickwick

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publicado por pickwick às 17:24
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