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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011
O sonho erótico e a tortura

É muito raro eu sonhar. Acordado, é diário, mas, enquanto durmo, é raro. Mas, aconteceu na noite passada. Ainda por cima, um sonho erótico. Ou seria um pesadelo?

 

Não tem muito que contar, até porque o Alzheimer está sempre a dar-me cabo dos esquemas, mas, em traços gerais, foi assim:

 

- De repente (nos sonhos, parece que há sempre um “de repente” que é quando começa a brincadeira), estava eu num apartamento velho e acanhado, não sei bem onde.

 

- Aparentemente, estava lá de passagem, pelo que presumo que fosse algo tipo hotel.

 

- No mesmo apartamento, estava lá uma colega de trabalho, de nome Fifi (código, claro).

 

- A Fifi, é uma jovem trintona, magra, de peito generoso, mãe de filhos, casada, que tem um problema de dicção quando tem que pronunciar palavras com “r”.

 

- A Fifi estava feita atrevida, ao ponto de sugerir irmos tomar banho de imersão juntos.

 

- Cheirou-me a coboiada, esfreguei as mãos de contente, ah e tal, banho de imersão… (risada pornográfica mal disfarçada)

 

- Já estávamos todos nus no WC, a encher a banheira, quando ela alerta: mas nada de coiso e tal, está bem?

 

- Vacilei, sem saber se havia de atirá-la pela janela, ou afogá-la na sanita, ou saltar para a banheira e ficar com a água só para mim.

 

- Definitivamente, devia partir-lhe as mandíbulas...

 

- Optei por levar a coisa na descontracção: entrámos os dois na banheira, como quem entra para um automóvel, sentámo-nos, cada qual num extremo da banheira (isto dito assim, até parece que a dita tinha uns dez metros de comprimento), os pezinhos tocavam nas nádegas adversárias, e ah e tal…

 

- Estava eu já a deixar a fase do conformismo forçado, e a começar a ficar ligeiramente irritado com a situação – não havia condições para manter a necessária serenidade -, quando veio uma rabanada de vento mais forte que entrou sem licença pelas gretas do estore e me acordou.

 

Horas mais tarde, passei pela Fifi no trabalho e até senti o estômago às voltas com a alembradura do sonho erótico… Há coisas, sem jeito algum, que um gajo não entende. pickwick

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publicado por pickwick às 00:01
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