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Domingo, 1 de Agosto de 2010
A filha que mete a mãe na ordem

Estava eu a degustar umas cervejas geladinhas na Lagoa Comprida (conseguem tê-las a uma temperatura impressionantemente perfeita), quando recebi um telefonema do Carlos (nome de código): ah e tal, a Maria (nome de código) está a perguntar se não queres vir aqui logo comer umas febras, ou umas entremeadas.

 

Ora, nesse momento, as cervejas vinham a propósito de uma caminhada na serra com uns amigos, durante umas penosas seis horas por entre calhaus, giestas, lagartos e muito pó. Depois das cervejas, o que me apetecia mesmo era um banho, mais umas cervejas, xixi e cama! Ter que fazer mais uns 30 km só para ir comer umas febras, não era das coisas que me apetecia mais.

 

Mas, e porque há sempre um “mas”, talvez não fosse má ideia, uma vez que o Carlos estava de visita à Maria e a Maria tinha uma filha e a filha também ia jantar e não há nada melhor do que quatro à mesa em vez de três. E eu gosto de zelar pelo bem-estar e felicidade dos meus amigos. E também gosto de febras e entremeadas. E umas cervejinhas. Portanto, lá fui…

 

À chegada, o Carlos estava com um ar descontraído. Não sei como é que, perante as circunstâncias, ele conseguia estar assim. É que, a anfitriã, que é uma trintona aloirada com um corpo escultural, extraordinariamente bem conservada para a idade, estava a tratar do jantar com um daqueles ataques de calores que um gajo não aguenta: uns mini-calções, daqueles que marido algum deixaria a esposa usar, e um mini-mini-mini-top, impecavelmente alinhado ao sutiã, deixando para o regalo da vista um decote de fazer uivar qualquer macho mais distraído. Até engoli em seco!

 

Não bastasse tudo isto, ela ficou sentada à mesa mesmo à minha frente, e, ainda por cima, a mesa era estreita, pelo que a proximidade do decote provocou-me uma batalha interior infernal para controlar as minhas órbitas oculares e não as deixar cair mesmo no meio das maminhas dela. Venci a batalha, note-se, mas fiquei muito debilitado. Há dias em que a vida de um gajo é muito, mas mesmo muito difícil.

 

Bom, a parte mais divertida do jantar, confesso, foi quando a filha da Maria, com os seus inocentes nove anos, sugeriu à mãe que ajeitasse o decote, porque estava a ficar um bocado descomposta. Eu não sabia se havia de cair no chão e rebolar-me às gargalhadas… ou se havia de espetar uma cotovelada na miúda (que estava ao meu lado) e mandá-la estar caladinha…

Algumas semanas mais tarde, voltei a estar com o Carlos, sendo que veio à conversa este jantar. Para meu espanto, parece que a intervenção da filha da Maria não foi única. No dia anterior ao jantar, durante um passeio a três, a filha tinha tido uma intervenção ao mesmo nível, com certeza incomodada por a mãe estar a usar um vestido muito leve e fresco e a fita da mala que usava a tiracolo estar a provocar uma elevação nos bordos do vestido junto ao peito, deixando a nu um dos mais belos pedaços da beleza feminina.

 

Eu acho bem que alguém meta a Maria na ordem. Tal como já escrevi, eu próprio tive dificuldade em estar à frente dela naqueles preparos. Fica, no entanto, a dúvida: a filha da Maria, quando descobrir que há rapazes no mundo, vai usar uma bata fechada até ao pescoço? Ou vai, finalmente, perceber porque é que a mãe usava uns decotes tão… sugestivos? pickwick

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publicado por pickwick às 10:57
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1 comentário:
De vivere in spagna a 19 de Outubro de 2010 às 13:12
Parabéns pelo seu blog, muito interessante. Estou estudando Português, eu não consigo entender tudo, mas quase! ;)

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