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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009
O vestidinho tão giro
Já posso confirmar que tenho uma colega de trabalho com um estilo de vestir muito próprio e crónico. Chama-se Sandy (nome de código, ‘tá claro) e o estilo de vestir é tão singelo, tão singelo, mas tão singelo, que até provoca ardor na vista. Estou a falar de um vestido feito com um tecido muito leve, assim tipo algodão fino, que se adapta – com uma facilidade incrível – às formas corporais. Assim daquelas coisas que parecem uns moldes: caem em cima do corpo e não há curva que escape.
 
Cumpre-me, também, informar que a Sandy é uma trintona, provavelmente já a acercar-se dos quarenta, casada e mãe de filhos, que mantém um corpo incrivelmente elegante, provavelmente até mais formoso do que quando era uma jovenzinha. Ora, isto faz com que um gajo se desconcentre cada vez que tropeça o olhar no vestido.
 
A Sandy parece estar bem aviada de vestidos iguais, apenas variando a cor de uns para os outros. Acho que ainda não a vi com outra coisa que não seja o belo do vestidinho. Tão giro, carago.
 
Mas, fazendo jus ao dito “não há bela sem senão”, tenho que dizer que a Sandy tem um rosto mesmo, mesmo, mesmo, mas mesmo muito igualzinho ao daquele gajo do “Senhor dos Anéis” que comandava as tropas de lindíssimos Orcs de Moria. Tal e qual. Este “senão” obriga-me a um delicado e exigente exercício de selecção visual, impedindo que o cérebro receba imagens acima da linha das clavículas. Não é qualquer um que consegue concretizar, com sucesso, este tipo de exercício. Vale-me a experiência de uma vida e a inabalável força de vontade. Ser esquisitinho também ajuda. pickwick

 

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publicado por pickwick às 20:14
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