Março 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
procurar na gaveta
 
roupa no estendal

A flash of lightning…

Second chance date

Um cheirinho à noite

Uma questão de espírito.....

Novas teorias dos incêndi...

No espírito da gazela

Combinação imperfeita

A mulher da minha vida

Os pernis desequilibrista...

A fuga

O estado da barriguinha

Banho de leggings

Deslumbramentos

A mulher de laranja

Mistérios do Corpo Femini...

roupa famosa

Teoria do Caos

O spiderman fez-me chorar...

Contadores de Anedotas

Quiche Lorraine

É na boa

Dez coisas que hoje me irritaram...

A Síndrome de Arlete

Generation Buraca

Feel like doin' it?

roupa na gaveta

Março 2014

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Dezembro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Dezembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Agosto 2010

Julho 2010

Maio 2010

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Abril 2009

Março 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Fevereiro 2006

Novembro 2005

Agosto 2005

Abril 2005

Janeiro 2005

Dezembro 2004

Outubro 2004

Setembro 2004

Agosto 2004

Julho 2004

Junho 2004

Maio 2004


escreve-nos! já!

arautosdoestendal@gmail

3 dabliús
tags no estendal

todas as tags

Sábado, 29 de Agosto de 2009
As filhas dos patrões
Hoje fui almoçar a casa do patrão. É a segunda vez que ele convida, nas últimas duas semanas. Aliás, nos últimos cem anos. Da primeira vez, foi assim um convite mais rebuscado, ah e tal, com aviso prévio à navegação. A ementa foi qualquer coisa da perna de um porco ou de uma vaca, que já não me recordo, mas que devorei com a devida cerimónia. Afinal, a mulher do patrão ainda me trata por você, embora a partir do mês que vem vá começar a trabalhar na mesma instituição que eu e o patrão e marido.
 
Hoje, a coisa foi mais à bruta. O sub-patrão anunciou que ia almoçar – o que é extraordinário – e o patrão secundou-o, complementando com a informação de que eu ia lá comer a casa dele. Ainda sussurrei discretamente que ah e tal vou ali a casa e já venho, mas devo ter sido pouco convincente, porque ele atalhou logo a seguir, com ar de patrão consumado, que nã, nã, vais lá a casa. E pronto. O patrão é que manda.
 
Regra geral e sem excepções, detesto ir comer a casa de alguém. Exceptuam-se os casos dos amigos, em que este acontecimento é um grande prazer. No caso presente, somos colegas de trabalho, e um colega de trabalho nunca é um amigo. Enfim, podia-me dar para comer um grelhado de ratazana embrulhada em couve-de-bruxelas, mas, pronto, tenho esta mania (e outras do mesmo género).
 
Desta vez, a filha também almoçava. Por momentos fiquei confundido com o aspecto da moça, assim tipo miúda do 11º ano, leve e fresca, extremamente elegante, olhos escuros e enormes, um sorriso tipo não sei que agora não me lembro mas que enfim, um rosto bonito e uma camisa meio desabotoada. Pois, não ia estar a dar-me ao trabalho de escrever um post se não houvesse um pormenor qualquer associado à zona torácica. A confusão, afinal, era só nas habilitações académicas da rapariga. Não é miúda do 11º ano. Está só a terminar o curso de Medicina, pronto. Pouca diferença, portanto.
 
Assim sendo, a filha do patrão é médica. Das filhas do ex-patrão e actual sub-patrão, duas são médicas e a terceira, que ainda está na secundária, tem notas para entrar em Medicina a fazer o pino; complementarmente, as duas filhas médicas são duas brasas. Depois estou eu, o misterioso adjunto do patrão, uma nódoa social sem descendência e com um grande défice de juízo. Não tenho filhas, nem um gato, nem um cachorro, nem um periquito e nem sequer um peixinho de plástico a boiar num alguidar. Há dias em que me sinto ligeiramente intimidado… pickwick
tags no estendal:
publicado por pickwick às 19:25
link | tocar à trombeta | favorito
|
2 comentários:
De O tal amigo que nao e colega de trabalho a 1 de Setembro de 2009 às 02:40
Já estas a sentir a depressão pós parto .... ou será pós quarenta!
De pickwick a 1 de Setembro de 2009 às 22:32
É pós-quarenta, mesmo...
Tristeza... tss tss...

tocar à trombeta